segunda-feira, 23 de julho de 2012

Eu vivo: Celebrações de Inverno 2O12



POR FAVOR, NÃO DEIXE DE OUVIR A MÚSICA ACIMA ANTES, DURANTE OU DEPOIS DE LER O POST (:

Boa tarde povo de Deus! Todos bem? Eu tô ótima! Cheguei ontem de uma das viagens mais maravilhosas que eu já fiz: Brasília. Graças ao bom Jesus, eu fui esse ano de novo (4ª vez já :P) e foi mais que maravilhoso, foi mágico *-* Não podia deixar os meus leitores lindos fora disso, por isso vim fazer um post sobre as Celebrações de Inverno 2012. No ano passado eu fiz um post, mostrando tutu que aconteceu com a minha pessoas e as passagens mais importantes das palavras. Porém, dessa vez resolvi fazer algo diferente. Vou através desse post mostrar aquilo que está ardendo no meu coração depois dessa semana incrível :)

Nem sei por onde começo. Minha barriga ainda está cheia de borboletas depois de tantas palvras maravilhosas com pregadores sensacionais.

Nessa Celebrações, Deus mostrou muitas coisas pra mim. Aprendi que já tá mais que na hora de cumprir o meu chamado. Sabe quando você está cansado de algo e quer jogar tudo pro alto? Eu estava assim. Mas chegou Brasília e... WOW! Jesus apontou na minha cara e perguntou "TEM CERTEZA QUE VOCÊ VAI DESISTIR AGORA, DEPOIS DE TUDO O QUE VOCÊ PASSOU E MAIS IMPORTANTE AINDA, DEPOIS DE TUDO QUE EU PASSEI POR VOCÊ?!". As minhas forças e a minha fé cresceram muito nessa semana e toda incredulidade que ainda existia no meu coração se foi.

Enquanto lavava a louça aqui em casa, fiquei pensando quantas pessoas lá fora estão morrendo porque não conhecem a Jesus, ou porque nunca lhe apresentaram ou porque ficam criando desculpinhas pra não ir na Igreja. Mano, Deus, Ele existe sim e nos ama muito, muito, muito. Eu sei muito bem que você aí, que diz que a Igreja é apenas um grande negócio, que não vai dar dinheiro por pastor, que se Deus existe, porque tantas pessoas estão passando fome e bláblá, você que diz tudo isso, sente um vazio no seu coração e tenta preencher com coisas que apenas dão um alívio passageiro. Só Deus pode curar. Nós não podemos culpar Deus e a Igreja por erros humanos.

Em Brasília, o que me tocou mais foi Deus me confortando em relação a algumas mudanças pelas quais vou passar nos próximos dias e me dando fé e coragem pra iniciar o meu ministério.

Talvez tudo o que eu tenha falado aqui esteja meio sem sentido, mas é o que eu estou sentindo. Jesus te ama leitor, Ele deu a vida dEle por você, você é muito especial pra Ele. Dê uma chance a Ele, pois Ele te dá uma chance nova todos os dias quando você acorda de manhã e sente suas pernas, podendo se levantar da sua cama pra comer algo que tem todos os dias na sua mesa. E se você já o conheceu e saiu dos seus caminhos, volte pros braços dEle, porque Ele não deixou e nunca deixará de te amar. Não se revolte contra Ele porque você se decepcionou com alguém dentro ou fora da Igreja. Pessoas cometem erros.

Se você está decidido a correr de volta pro Pai, vem cá ó: Rua Augusta, 2027, todos os sábados, às 18h, no Arena Jovem. Vem conhecer jovens apaixonados por aquEle que nos deu vida, e vida em abundância. Chega de dar desculpinhas. Tente sentir a presença dEle ao menos uma vez antes de dizer que Ele não existe.

Se esse texto te tocou, passe pra frente. Não é nem pelo sucesso do blog, ou pelo "meu sucesso", mas por Jesus. Não tô dizendo "que você vai pro Inferno se não fizer isso". É que será muito bom abrir os olhos de outras pessoas como os seus se abriram.

E você que foi pras Celebrações de Inverno 2012, o que achou? Quem vem conhecer o Arena Jovem nesse sábado? Te desafio hein (((((:

Por hoje é só. Beijoo ;*

terça-feira, 10 de julho de 2012

Eu vivo: Entrevistando Gabriel Chalita

E aê povão, beleza na calabresa? Er, parei. Vamos para mais um post político, vamos, vamos, vamos? Conheçam agora, Gabriel Chalita, pré-candidato do PMDB.


QUEM É GABRIEL CHALITA

Idade: 43 anos.
Partido: PMDB.
Nascido em: Cachoeira Paulista, interior de São Paulo.
Família: Solteiro.
É: Deputado Federal pelo PMDB-SP.
Já foi: Vereador em Cachoeira Paulista, secretário do Estado de São Paulo da Juventude e da Educação (Governo Alckmin) e vereador em São Paulo.
Formação: Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica; mestre em Direito e em Ciências Sociais e graduado em Direito e em Filosofia.
História política: Ingressou na política aos 19 anos, na cidade de Cachoeira Paulista, foi eleito vereador pelo PDT. Seu mentor político foi o governador Franco Montoro. Chalita ficou de 1988 até 2009 no PSDB, quando deixou a legenda para se filiar ao PSB. Em 2011, ele deixou os socialistas e seguiu para o PMDB.
Eleições já disputadas: Vereador em Cachoeira Paulista (1988), vereador em São Paulo (2008), deputado federal (2010).
Principais metas, se eleito prefeito de São Paulo: Dar ao cidadão paulistano serviços públicos de qualidade – melhorando a gestão –, criar escolas em tempo integral e acabar com a falta de vagas em creches.
Falando da cidade, qual seriam suas propostas para tentar melhorar o trânsito e o transporte público?
Tem uma discussão que passa por um planejamento mais intenso da cidade daqui a dois anos, daqui a cinco anos, dez anos, que está muito ligado ao que as grandes cidades mundiais vêm discutindo. São Paulo é hoje uma cidade mundial e deveria ter uma gestão pública de uma cidade mundial. As maiores empresas multinacionais estão instaladas aqui. É uma cidade que tem 1 milhão de trabalhadores noturnos, ela não para em nenhum momento. Tem 11 milhões de habitantes, um PIB de R$ 450 bilhões, é uma cidade que cresceu demais. Hoje se discute um conceito de fazer com que as pessoas possam ter habitação, trabalho, escola e lazer por perto. Então você tem que pensar a cidade como várias cidades, em que cada um desses núcleos tenha educação, trabalho, lazer e moradia. A gente vê o caso da zona leste; 3 milhões de habitantes. Que tipo de polo de desenvolvimento poderia ser criado para que as pessoas pudessem trabalhar mais perto de suas casas? Na região sul, a mesma coisa. Aí você olha o centro... O centro, que é um polo gerador de emprego, não tem gente morando, no percentual que poderia ter. Isso é discutir a cidade, é planejar. Há lugares em que vale a pena verticalizar a cidade, porque você tem malhas de ônibus, de metrô, que atingem essa população, tem escolas, muitos lugares de trabalho... É claro que isso demora. Aí tem medidas de trânsito que são mais rápidas. Por exemplo: inteligência de trânsito. Se São Paulo tivesse semáforos inteligentes e onda verde, a gente já teria menos trânsito. Mas tem o restante. Há áreas que precisam de ampliação de avenidas, há áreas onde você tem que tirar os carros da rua. O governo estadual está investindo na ampliação do metrô, mas a prefeitura parou de investir na ampliação dos corredores de ônibus. A atual gestão Kassab/Serra não fez um metro de corredores de ônibus.
O senhor retomaria os corredores? Tem uma ideia de quantos quilômetros conseguiria fazer?
Eu retomaria. Olha, o Kassab colocou no plano de metas dele 70 km. A cidade precisa de mais. E ele não fez nenhum. E não pode investir em apenas um modal. O metrô ainda é muito pequeno para São Paulo. O governo municipal coloca em anos eleitorais dinheiro no metrô. O problema não é recurso, o problema é a agilidade do processo. A prefeitura tem que entrar como grande parceira é na desapropriação... O Estado é mais lento nesse processo. A gente tem que melhorar os ônibus e investir nesses outros modais. A gente pensa em fazer 120 km. Estamos analisando para ver se é possível, não quero prometer nada que eu não vá cumprir depois.
O senhor fala muito da carência de uma gestão inteligente, de uma gestão tecnológica para a cidade. Isso custa caro. Como o senhor pretende transformar São Paulo em uma cidade tecnológica?
São Paulo tem um orçamento de quase 40 bilhões [de reais]. O Rio de Janeiro gastou quase 50 milhões na primeira fase do centro de operações, que hoje dá prazo para o cumprimento de metas a cada área da cidade. Uma cidade com orçamento de quase 40 bilhões, se investir em tecnologia, vai ter uma gestão muito mais eficiente e vai economizar depois. Foi o que o governo do Estado, lá atrás, resolveu com o Poupatempo.
Quanto o senhor pretende investir em tecnologia já no primeiro ano de mandato?
Ainda não tenho esse cálculo. Mas eu diria que não precisa nem suplementar. As secretarias, daquilo que elas têm de recursos próprios, se houvesse um conceito de cidade inteligente, o que já há nas secretarias hoje teria condições de agilizar esse processo. Por exemplo, na saúde. Você hoje vai em um AMA, se tiver médico lá, ele vai pedir exames para você. Aí você vai demorar cinco meses para fazer os exames. Volta lá. Esse médico vai deixar os seus exames lá e encaminhar você para um especialista. Você vai sem os exames, porque tem um protocolo que faz com que aquele médico tenha que provar que você fez os exames e os levou lá. Então você chega no especialista sem os exames e eles não estão ligados em rede. Então você vai fazê-los de novo. Só isso, se fosse informatizado, se tivesse um sistema na área da saúde, o que a cidade economizaria em tempo e dinheiro seria fantástico. Tem que ter um cartão, ou pela digital. Vai para a educação. Hoje tem mães que têm três filhos, cada um em uma escola. Porque o sistema não é inteligente. Vai para a área de alvarás: quanto tempo demora? A sede do Palmeiras? Dois anos para aprovar o projeto. Os habite-se? 80% da cidade irregular. Isso não é razoável. Olha o problema com o shopping JK...
Eleito, o senhor mantém o programa de inspeção veicular como está?
A gente vem discutindo isso com a equipe. Sinto que teria que mudar. Acho interessante ver o que o mundo está fazendo e o que países que têm respeito ambiental estão fazendo. Você vai para o Quebec [Canadá], a pessoa faz inspeção no oitavo ano do carro. Não tem nenhum cabimento fazer no primeiro ano. Isso eu já mudaria. Estamos estudando a partir do tipo de carro fabricado no Brasil e de em qual ano isso seria. Paris é no quinto. Nova Iorque é no terceiro. Os carros novos têm que vir com especificações corretas. É melhor fiscalizar a fábrica do que o dono. Aí você vê preço... Em Berlim, são quatro dólares e não é só a inspeção do ar. É do freio também, que para eles é mais importante até. Por que a nossa é tão cara?
O pedágio urbano é uma possibilidade em seu mandato?
Não, o pedágio urbano a gente pode ter daqui a 20 anos, quando nós resolvermos o problema do transporte público.
O senhor incentivaria as moradias no centro?
Claro. Os dados são conflitantes porque a parte tecnológica da prefeitura está ruim, mas vai de 400 a 600 prédios desocupados na área central. Existem prédios abandonados, brigas por heranças, muita coisa. Tem coisa da prefeitura... A cidade não dá exemplo do que ela mesma podia fazer.
Mas o que o senhor acha do modelo do projeto [Nova Luz]?
Aperfeiçoaria um pouco, mas usaria este modelo. Você não pode expulsar quem já está lá. O modelo não está errado, a utilização é que está errada. Isso pode ser dialogado, discutido e construído conjuntamente. A Santa Efigênia é um patrimônio da cidade, você não pode expulsar as pessoas de lá. O camelô, por exemplo. Não pode tratar como bandido.
Os subprefeitos seriam técnicos ou haveria distribuição de cargos entre os partidos?
A gente não pode ser ingênuo. É possível ter nomeação nas subprefeituras? É possível. Depende da pessoa. Quando eu estava na Educação, todos os delegados, diretores eram avaliados. Quando vinha algum deputado, prefeito, querendo trocar um dirigente, eu dizia, “olha, a avaliação é de 90% de aprovação... eu vou ter que dizer que é você que está pedindo para trocar...”. E a gente, com isso, acabou colocando um critério técnico.
 

Para ver a entrevista na íntegra ou se você mora em outra cidade e quer ler a entrevista do candidato a prefeito da sua cidade, acesse: http://publimetro.band.com.br/

O que acharam dele? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Eu vivo: Entrevistando Fernando Haddad

Hello guys! Are you ok? Vim dar continuidade a série de posts sobre as eleições 2012 da cidade de São Paulo. Antes de mais nada, queria fazer uma correção: no último Eu vivo, que tem a entrevista com Carlos Giannazi, eu havia dito que essa foi a 1ª entrevista feita pelo jornal Metro. Erro meu, essa foi a 5ª entrevista que fizeram. Por isso vou postar os candidatos que vieram antes dele, pra depois colocar o resto.

Que história é essa de eleições, política? Tô entendendo nada Maria! Relax baby, leia esse post que tu vai entender TUTU. Certo, vamos pra entrevista? O candidato da vez é Fernando Haddad, pré-candidato do PT.


QUEM É FERNANDO HADDAD
Idade: 49 anos.
Partido: PT.
Nascido em: São Paulo.
Família: Casado com Ana Stela Haddad. Tem dois filhos.
É: Professor licenciado do curso de Ciência Política da USP.
Já foi: Ministro da Educação dos governos Lula e Dilma Rousseff. Ocupou o cargo de secretário-executivo da pasta e foi assessor especial do Ministério do Planejamento. Na Prefeitura de São Paulo, foi chefe de gabinete da Secretaria de Finanças durante a gestão de Marta Suplicy. Na área privada, trabalhou com o pai em uma loja de tecidos na rua 25 de Março, foi sócio em uma pequena construtora e atuou como consultor da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica).
Formação: Formado em direito, mestre em economia e doutor em filosofia. Títulos obtidos na Universidade de São Paulo.
História política: Começou na militância política no movimento estudantil, na Faculdade de Direito da USP (São Francisco). Participou das passeatas e comícios do movimento Diretas Já. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1983.
Eleições já disputadas: Haddad participa de sua primeira eleição.
Principais metas, se eleito prefeito de São Paulo: Acabar com as enchentes e ampliar as linhas de metrô em parceria com o governo federal.
O senhor acha que a administração dele [Kassab] foi ruim?
Deixou muito a desejar. Não deixou pouco. Deixou muito a desejar. Porque foi uma década, no Brasil, excepcional. Os últimos 30 anos foram prósperos. Tanto é verdade que a arrecadação triplicou nesse período e eu nunca vi tão pouca obra estrutural na cidade.
O senhor tem propostas concretas para melhorar o trânsito?
Em primeiro lugar, recuperar a parceria em torno do Metrô, que tem que se dar a partir de um plano de metas. Não concordamos com essa dinâmica de se “livrar do problema” transferindo os recursos financeiros sem contratualização. Estamos de acordo em fazer parceria, inclusive com o governo federal. Faz dois anos que não se cava um metro de túnel no município de São Paulo. Não há nenhum “tatuzão” operando na cidade desde o primeiro semestre de 2010 e provavelmente não haverá nenhum operando até o início de 2013. Essa é a razão pela qual não se pede verba federal: não há o que fazer com o recurso, não há projeto. Então vou cavar recurso novo mediante um cronograma.
Isso foi tentado na gestão da prefeita Marta Suplicy...
Foi tentado, mas não houve interesse deles [governo do estado]. O modelo era mediante contrapartida; recurso novo mediante estação nova, linha nova. Ponto dois: nós poderíamos ter hoje entre 250 e 300 km de corredores. Se seguíssemos o ritmo da nossa gestão, teríamos no mínimo 250.
Como o senhor vê a ideia da criação de um pedágio urbano?
É algo contra o que a população vai reagir, com razão. Você não pode apostar na restrição se não dá alternativa. Assumo o compromisso que, enquanto não houve transporte público de qualidade, vetarei a proposta.
Qual é sua grande bandeira?
Nós temos dois problemas muito agudos na cidade: moradia e transporte público. E temos dois problemas crônicos: saúde e educação. Sobretudo a saúde. Eu pensei que fosse encontrar um sistema mais bem organizado na cidade e não encontrei. Falta leito na cidade. Os três hospitais prometidos não foram entregues, alguns hospitais privados fecharam e existe uma ameaça que aspira no ar da venda de 25% dos leitos públicos do Estado para planos de saúde. Nós vamos entrar nesse assunto, vamos entregar à Justiça argumentos para manter a decisão de não vender. Vou levar os argumentos ao governador e tenho certeza de que ele vai se sensibilizar. A cidade não pode abrir mão desses 25%, ao contrário, nós temos que verificar com o governo do Estado como reabrir os leitos que foram fechados e como entregar os hospitais que foram prometidos. A essa altura já diria que é pouco a construção de três hospitais, mas me comprometo com este número.
Para o funcionalismo, quais são os planos? Vai ter meritocracia, vai ter aumento?
O que não se tem hoje é meritocracia. Sempre que possível, o modelo de meritocracia tem que ser adotado. Vamos sentar com a categoria e discutir. Meu pressuposto é meritocrático. Não abro mão do princípio, mas vamos definir juntos os critérios. Essa vai ser a linha, porque a categoria tem que ter interesse nisso também. E se se negar, aí temos divergência preliminar, que é não concordar com a premissa. Mas minha aposta é que o problema não é premissa, o problema é o método.
Todos os anos, no Verão, chove forte e a cidade fica debaixo d'água. Como o senhor vai resolver esse problema?
Retomar as obras de drenagem. A prefeitura praticamente parou estas obras. Se não estou enganado, foram entregues em oito anos dois piscinões. A FAU [Faculdade de Arquitetura e Urbanismo] está discutindo um projeto de hidroanel, que a prefeitura tem que participar. O projeto prevê que com a construção de uma série de obras e canais poderíamos ter uma drenagem mais eficiente e moderna. Até porque o piscinão nem sempre é a melhor saída.
A tarifa de ônibus vai subir na sua gestão?
Nossa linha vai ser tentar sentar com o setor e verificar ganhos de produtividade. O próprio setor reconhece que há espaço para isso. Por exemplo, com pagamento pré-embarque, com racionalização das linhas nos corredores, aumento da velocidade média. O aumento da tarifa é a última opção.
O senhor vai mudar o programa de inspeção veicular?
No mundo desenvolvido, a inspeção é feita no quarto ano do carro. Você não tira o carro da concessionária e leva para a inspeção dentro da garantia. Depois, não se faz todo ano, é a cada dois anos. Eu imediatamente acabaria com a taxa. A arrecadação do IPVA que fica com o município vai bater dois bilhões de reais em 2012. Só o que vai subir de 2011 para 2012 praticamente já cobre toda a arrecadação das taxas. A prefeitura vai assumir a taxa.
O senhor voltará a implantar orçamento participativo nas subprefeituras? Como vai ser a escolha dos subprefeitos?

Em primeiro lugar, eu entendo que o prefeito de São Paulo precisa assumir cada vez mais tarefas metropolitanas e para isso a alternativa é descentralizar. O modelo de descentralização administrativa tem que ser retomado. Em relação ao perfil do subprefeito, eu entendo que ele tem que aliar liderança política e conhecimento técnico. Eu estranho todos os subprefeitos serem da mesma categoria profissional. Precisamos nomear o que cada região tem de melhor, independentemente da profissão. Não há preconceito contra coronel. O que parece é que hoje há preconceito contra todas as outras pessoas.
 

Para ver a entrevista na íntegra ou se você mora em outra cidade e quer ler a entrevista do candidato a prefeito da sua cidade, acesse: http://publimetro.band.com.br/

O que acharam dele? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*



sábado, 7 de julho de 2012

LUTO


É meio difícil falar sobre isso. Ainda não me acostumei. Depois de tanto tempo te zuando, você vai lá e faz isso. Sabe o quanto isso está doendo dentro de mim?

Admito que quando tudo isso passou a se tornar uma possibilidade, eu não acreditava. Eu dizia "Gente, não se preocupem, isso não vai acontecer. Passei a vida inteira vendo essa impossibilidade e não é agora que verei um 'milagre' desse tipo acontecendo". Mas aconteceu.

Na quarta-feira à noite, enquanto uma boa parte dos meus amigos ficava feliz com essa notícia, eu olhava pra TV e não conseguia acreditar. A verdade é que a ficha ainda não caiu. Não consigo ver que tudo aquilo que eu falei durante a minha vida toda não faz mais sentido.

Quando isso deixou de acontecer com o meu grande amor nos últimos anos, eu chorei. Mas quando isso aconteceu com você, não tive reação. Depois de um tempo só consegui te xingar e xingar todos que te apoiaram, te desejaram parabéns e ficaram felizes com a sua conquista.

A verdade é que não vou me conformar com isso e ainda vou arranjar uma piadinha nova, vocês vão ver.

Parabéns galinhada, vocês mataram a única piada que me fazia gargalhar. Muito obrigada por acabarem com o pingo de graça que o futebol ainda tinha.

PS.: Como são paulina (ou anti, ou whatever, não sei de onde vocês tiraram essa história), digo sim que essa Libertadores foi roubada e que houveram diversos fatores além da boa zaga do Corinthians pra que eles fossem campeões (vulgo incapacidade do Diego Souza, convocações do Mano Menezes e Ricardo Teixeira&Andres Sanches e cia.). Mas como amante de futebol, dou os parabéns ao Timinho de tanta gente por ter conseguido esse título tão importante depois de 102 anos (só um pouco de tempo na fila de espera :P). Por hora, só venham conversar comigo daqui a uns 200 anos quando vocês talvez forem tri (tá bom, parei :P)

PS 2.: JÁ PODE PARAR COM SÁSMERDAS DESSES FOGOS PESSOAL, JÁ ENTENDI, VOCÊS GANHARAM, VIVA, MAS AGORA PAREM, É SÉRIO.

domingo, 1 de julho de 2012

O que você tem?


Nada. Não tenho absolutamente nada, não tá vendo. E daí que eu tô gritando? E daí que eu tô com essa cara amarrada. Não pode mais?

Será que eu posso ficar irritada? Só um pouquinho. Será que o poço de paz e calma não pode surtar de vez em quando? Só quero ficar aqui, sentada e olhando pro nada.

Me deixa em paz. Deixa eu gritar, deixa eu chorar, deixa eu sentir a minha dor. Deixa eu sentir que tô respirando, que sou feita de carne e osso, que sou humana.

Por que você tá gritando? QUEM TEM QUE FICAR BRAVA AQUI SOU EU! As coisas extressantes estão acontecendo comigo e não com você. Os hormônios são meus e não seus.

Eu só quero ficar aqui no meu cantinho. Deixa a reflexão pra depois. Por hora, só quero o meu café com leite e todas as temporadas de Friends na tela do computador. Depois eu peço a sua compreensão e volto a sorrir e ter a paciência de sempre.

Só quero desfrutar da solidão um pouquinho. É isso que eu tenho. Nada.