sábado, 14 de dezembro de 2013

Daí você cresce

Sim, eu era apaixonada pelo Dagoberto. Tempos de orkut. Julguem como quiserem.
Eu não sei direito como esse texto começa, nem sei bem como ele termina. Tudo o que eu sei é que a vontade de escrever já está me corroendo. As lágrimas e as conversas já não suprem mais a minha vontade de desabafar. Como a Anne Frank já disse uma vez, é melhor falar com o papel mesmo.

Tanto tempo sem deixar meus dedos dançarem com as palavras me fez um pouco mal. Principalmente devido ao momento que estou vivendo.

Não, esse não é um texto de retrospectiva, ou algo parecido.

2013 foi um ano fora do comum. Aconteceu TANTA coisa, tantas mudanças, tantas perdas, tantas conquistas. Como eu disse na escola em uma das nossas orações depois do intervalo: surpreendente. Esse foi o meu 2013.

Enquanto eu escrevo isso aqui, sei que já devia estar dormindo há bastante tempo. Ao mesmo tempo, um trilhão de músicas que me acompanharam desde janeiro começam a invadir a minha mente e me fazem querer chorar e correr pra cama da minha mãe. Mas eu sei que ela não vai entender. "Que besteira Maria Tereza, para de ser boba menina, chorando por nada."

Minha avó morreu. Chorão morreu. Consegui um emprego. Cory morreu. Champignon morreu. Meus líderes vão se casar depois de amanhã. Fiz ENEM. Fiz Fuvest. Vou fazer o vestibular da Cásper no domingo. Assisti filmes incríveis. Passei horas na biblioteca e na Livraria Cultura. Comprei um vestido de bolinhas. Ri desesperadamente muitas vezes. Chorei desesperadamente muitas vezes. Não ganhei Paulista, Libertadores, Brasileiro, Recopa, nem Sul-americana. Cortei o cabelo. Fiz amizades. Renovei amizades. Parei de falar com muita gente. Dormi nas aulas de Física e cheguei atrasada nas de História. A escola acabou.

Faço 18 anos daqui a alguns dias. Não sei se algo vai mudar. Sei que algo já mudou: aqui dentro.

Ninguém nunca me falou que virar adulta doía tanto. Ninguém me disse que você ganhava responsabilidades de gente grande antes mesmo de se sentir gente grande. Ninguém me disse que eu ia fazer 18 anos e ainda sentir nojo de ir pro bar ver meus amigos beberem, ainda que seja socialmente. Ninguém me disse que a professora de Matemática que você tanto odiava não ia ser aquela que mais te faria sentir raiva, e sim os seus chefes no trabalho.

Ninguém me preparou pra isso. Eu escolhi a estrada, mas não tinha nenhuma placa avisando "DANGER! FASE ADULTA CHEGANDO!". Se despede do seu all-star menina, logo mais você vai ter que comprar um salto. Se despede da sua risada menina, logo mais ela vai ter que virar uma cara séria. Se despede do seu brinco de pena menina, logo mais ele vai ter que virar uma pérola. Se despede dos seus livros de capa rosa menina, logo mais eles vão se tornar 50 tons de cinza. Se despede das suas gírias menina, logo mais você vai ter que falar só sobre roupas e maquiagem. Se despede das suas besteiras meninas, logo mais elas se tornarão conversa de adulto.

Se despede da sua infância menina, das suas lágrimas porque a escola acabou, das suas músicas prediletas do Charlie Brown, dos seus cartazes de protestos, de todas as tatuagens que você queria fazer fazer, do seu sonho de levar todos os moradores de rua pra sua casa. Se despede logo, porque essas coisas não cabem na bolsa do mundo adulto.

Dá tchau pra suas amizades de verdade, porque agora vem as mulheres que só querem te levar pras festas pra encher a cara. Dá tchau pros meninos legais que já te fizeram suspirar, porque agora só vem aqueles caras que querem apenas te levar pra cama e te pôr na lista deles. Dá tchau pra sua série preferida, porque se descobrirem no cursinho, vão te chamar de criança.

Mas quando eu disse que eu não queria ser mais criança mesmo?

Ah é, eu não disse.

"Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão,
Um dia me disseram que os ventos às vezes erram a direção."

Só esqueceram de me avisar que o nó na garganta não ia se desmanchar tão cedo. Que de noite teus pais não iam mais estar lá pra dizer que ia ficar tudo bem, que o Sol ia nascer do mesmo jeito que ele sempre nasceu. Que pra ter primavera, precisa ter inverno.

Ninguém te disse. Você é quem descobre. Ninguém disse que ia doer tanto.

Mas não disseram que não ia doer.

domingo, 28 de julho de 2013

" I don't see what anyone can see in anyone else but you"

Hey galeras! Como estão? XESUIS, QUASE UM MÊS SEM POSTAR AQUI! Sei que estou sumida. O caso é que estou trabalhando minha gente e, apesar de estar de férias da escola, quando chego em casa rola aquele soninho básico de quem acorda às 6 da manhã e aí fica difícil de postar. E quando tô bem acordada, lembro que tem ENEM em outubro e que TENHO que estudar. Por isso a escassez do blog. Espero que vocês entendam. Não pretendo largar o Estranho é Ser Normal tão cedo :)

Vocês sabem que estou conhecendo os filmes mais legais ever nas Tardes de Cinema da minha escola, né? Esse é um dos poucos motivos que me faz querer que as aulas voltem (4 dias de férias, socorro), estou ansiosa pra conhecer mais filmes.


Um dos filmes que eu assisti lá foi Juno. Já tinha ouvido muita coisa sobre o filme (a maioria proveniente da minha prima que ama esse filme mais que tudo), mas nunca tinha tido a curiosidade de assisti-lo. Conta a história de Juno (Ellen Page), uma menina de 16 anos que descobre que está grávida de seu amigo Paulie Bleeker (Michael Cera). Ela desiste de fazer o aborto e procura um casal para adotar a criança. Acaba encontrando Mark (Jason Bateman) e Vanessa Loring (Jennifer Garner), um jovem casal rico que quer muito ter um bebê. Com o apoio do pai (Mac MacGuf) e da madrasta (Bren MacGuff), Juno vai passando por situações que a levarão a ver a vida de outra maneira, acompanhando a mudança das estações do ano.


Amei várias coisas nesse filme. Uma das principais é o modo como Jason Reitman (diretor) e Diablo Cody (roteirista) conseguiram deixar um assunto que tão sério e complicado, engraçado e suave. Os atores trabalharam muito bem. Ellen Page arrasou, a Juno é muito engraçada e acho que ela conseguiu fazer direitinho a menina que não tá ligando pra nada e que curte rock.


A fotografia do filme é perfeita. Sim, filmes têm fotografia. Eu não sou especialista no assunto, mas a do Juno me transmite uma sensação de felicidade muito grande, uma sensação de bem-estar. E gente, o que falar da trilha sonora? Acho que foi a única coisa que eu consegui ouvir por umas 3 semanas. Tô até pensando em comprar o CD (sou do tipo que só compra CDs/DVDs só quando gosto MUITO, MUITO MESMO). As músicas me passam a mesma sensação da fotografia.


Ainda não se convenceu da qualidade do filme? Okay, ele só foi indicado para o BAFTA, Golden Globe Awards, National Board of Review, Screen Actors Guild Award, Independent Spirit Awards e Satellite Awards (ganhou pelo menos uma das indicações em cada prêmio). E ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original, além de ter recebido outras indicações. Tá bom pra você?

Aqui está o trailer fofíssimo:

  

Não deixem de ouvir "Anyone Else But You"!

 
O que acharam? Quem já assistiu, gostou? E essa trilha sonora, quem é fã? Comentem :D

Por hoje é só. Beijoo ;*

domingo, 7 de julho de 2013

Celebrações de Inverno 2013


Meu Deus, meu Deus. Meu coração tá batendo acelerado demais só de começar a escrever esse texto. Mas vamos lá.

A maioria das pessoas que estão comigo na Igreja não conhecem o meu testemunho de conversão. Eu sou meio fechada, me converti muito novinha e grande parte dos que estavam comigo no início da minha caminhada desistiram de Deus. Bem, aí vai.

Até conhecer Jesus, eu era muito tímida. MUITO. MUITO MESMO. Eu não conseguia falar com as pessoas. Quando entrei na pré-adolescência, passei a me sentir o ser humano mais feio da Terra. Eu me sentia muito mal por não ter muita carne em *pontos estratégicos* (entendedores entenderão). Eu não tinha amigos de verdade, vivia só. E me sentia mal por ter que ouvir as brigas dos meus pais, ter que ver meu pai chegando bêbado em casa, ter que ver minha mãe chorando, ter que fazer de tudo pelo meu irmão. Eu me sentia culpada. Eu queria morrer por me sentir a pessoa com a vida mais imperfeita do mundo.

Em novembro de 2007, me levaram pra Igreja. Eu já tinha ido quando era mais nova algumas vezes. Mas não conhecia o Arena Jovem. Não conhecia Jesus de verdade. Em fevereiro de 2008, fui a um encontro com Deus e, depois daquele dia, nunca mais minha vida foi a mesma. Eu decidi me entregar a Deus.

Hoje eu tenho muuuitos amigos. As pessoas me cumprimentam. Eu me sinto linda. Não bonita, mas linda. Meu pai se converteu e largou a bebida. Eu consigo conversar normalmente com as pessoas, sem medo do que elas pensam de mim. Eu oro. Eu leio a Bíblia. Eu sou líder.

Desde então, fui 4 vezes pra Brasília no meio do ano para viver a Celebrações de Inverno. Acontece que a coisa cresceu tanto que foi possível trazer o evento pra São Paulo. Eu estava lá. Infelizmente, não pude aproveitar totalmente já agora estou trabalhando (Deus, como é bom poder falar que tenho um trabalho, obrigada), mas no pouco tempo que estive lá, Deus falou muito comigo.

O que eu aprendi dessa vez? Eu não sou nada sem Deus. Onde eu estaria agora se não tivesse o conhecido? Muito provavelmente, teria entrado em depressão. E não tô falando de tristeza, tô falando da doença mesmo.

Tudo o que eu sei é que eu sou muito grata a Deus e a todas as pessoas que Ele colocou na minha vida para me ajudarem a não desistir dEle. Eu passei por muitas coisas difíceis e só venci tudo isso porque Ele me fortaleceu, apenas isso.

E hoje, mais do que nunca, eu tenho certeza que essa foi a melhor escolha que eu fiz na minha vida e não me arrependo nenhum pouco das coisas que eu abro mão por causa dEle. Eu sou feliz porque Ele me ama. Isso basta.

PS.: Parabéns Lu e Robson pelo diaconato. Vocês não têm ideia do quanto são importantes pra mim. Obrigada por me ensinarem todos os dias a ser uma atalaia de verdade na minha geração s2

PS 2.: MANO, TEVE SHOW DO LEX *--------------------*

PS 3.: Sim, eu estou trabalhando pra honra e glória do Senhor.

PS.: 4 Sim, é por isso que o blog estava desatualizado (foi por causa das provas também :P)

PS 5.: Jesus te ama mano!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

"Ela não era um monstro. Era só uma garota."

E aí galerês! Beleza? Cá estou eu dando uma pausa nos estudos porque minha cabeça já está doendo e aproveitando a folga da escola de hoje (valeu Passe Livre!) pra vir postar aqui no blog.

Antes de mais nada: A TARIFA ABAIXOU! Fiquei muuuuito feliz ontem ao saber que fiz parte disso, mas ainda assim descontente porque esses vinte centavos vão pra outro lugar e não sairão do bolso dos empresários. Só espero do fundo do meu coraçãozinho que as lutas não parem. Não só pelo preço do ônibus, mas também contra a PEC 37 E 33, pelo aumento do salário dos professores, pela saída do Renan Calheiros e do Marcos Feliciano do Senado e da Comissão de Direitos Humanos e por saúde e educação melhores no nosso país.

Mas não é sobre isso que eu vim falar hoje. É sobre mais um filme beeeem legal que eu assisti nas Tardes de Cinema da minha escola. Um dos clássicos do terror: Carrie, a Estranha.


 Confesso que não sou fã de filmes de terror. Não vejo objetivo em gastar algumas horas do seu dia pra ficar com medo. Pra mim, filmes servem pra te ensinar alguma coisa, seja ela pequena ou grande, boa ou não. Então por que você tá falando de um filme de terror Maria? Porque esse filme é BOM. Não é horrível como a maioria dos filmes de terror que eu já vi, que nem me assustam direito.

Carrie, a Estranha foi um filme inspirado no livro Carrie, de Stephen King. Conta a história de Carrie White (Sissy Spacek), uma menina que foi criada dentro das mais fundamentalistas e doentias grades religiosas impostas pela sua mãe, Margareth (Piper Laurie). Ela tem sua primeira menstruação e acaba sendo humilhada na escola por não saber o que é isso. Sua professora pune as alunas que fizeram isso e acaba proibindo Chris Hargensen (Nancy Allen), que "liderou" o bullying, de ir ao baile.


Em uma atitude solidária, Sue Snell (Amy Irving) convence seu namorado, Tommy Ross (William Katt) a levá-la para o baile, como forma de pedir desculpas pelo ocorrido. Nesse meio tempo, Carry descobre que tem poderes de telecinese. Inconformada de ter sido expulsa do baile, Chris planeja uma vingança que ocorreria durante o baile.

A vingança acontece, mas a verdadeira VINGANÇA ocorre quando Carrie se vinga de todos que riram dela naquela cidade. As cenas finais são agonizantes demaaais, muito bem feitas.


Eu não sei exatamente o que me fez gostar desse filme. Só sei que é muito bom. Segundo minha professora de redação, no fim você se questiona: Carrie era realmente uma paranormal ou tudo realmente tinha algo a ver com o diabo?

Tá aqui o trailer oficial (legendado):


Fiquei com vontade de ler o Carrie e ficar com medinho de novo. Contos de terror sempre me decepcionam muito, só li um até hoje que me deixou com medo de verdade. Aguardemos então.

O filme foi muito bem visto pela crítica, tanto que recebeu várias indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Já foi feito um remake dele (muito ruim, pelo visto), mas agora estão fazendo outro que será lançado no dia 15 de novembro desse ano que tem um elenco muito bom. O filme promete!



E vocês, já assistiram? Quem gostou? E quem é loucamente apaixonado por filmes de terror? Comentem :)

Por hoje é só. Beijoo ;*

terça-feira, 18 de junho de 2013

Revolta do Vinagre


Ufa. Finalmente vou conseguir escrever sobre isso. Ainda não encontro as palavras corretas pra definir o que eu senti ontem. Mas vamos tentar.

Cheguei junto com a minha prima no Lgo. da Batata às 16:30. Nunca tinha ido a um protesto antes, estava muito ansiosa. De lá, nós fomos pra Faria Lima, depois pra Berrini, até chegar na Ponte Estaiada. Então, fomos pro Palácio dos Bandeirantes, onde a PM jogou bombas de gás lacrimogênio. Fiquei lá bem pouco e fui pra casa. Cheguei aqui quase 2 horas da manhã.

Hoje eu posso falar que tenho orgulho DE VERDADE de ser brasileira. Não porque o meu país é lindo, ou porque nossa seleção já foi boa. Mas porque eu vi pessoas na rua que estão verdadeiramente inconformadas com a situação da política. Pela primeira vez, o hino nacional fez sentido pros meus ouvidos e pro meu coração.

Foi um dos dias mais emocionantes da minha vida. Gritei muito, assoprei meu apito e levantei meu cartaz. E toda vez que eu via alguém colocando um lençol branco pra fora da janela dos prédios, eu sorria com a boca e com o coração. Chegou uma hora em que eu não aguentava mais andar, já tava pedindo arrego.

Mas quando eu cheguei na ponte estaiada e vi todas aquelas pessoas cantando "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!", esqueci a dor. Eu senti vontade de chorar de tanta alegria, foi uma das coisas mais lindas que eu já vi. Só quem foi sabe a emoção de se sentir parte da história do Brasil.

Eu não sou muito a favor, mas também não sou muito contra a violência dos manifestantes, mas eu sei que são pouquíssimos que estão lá pra fazer isso. Vi muita gente desunida, brigando por coisas bestas. Vi também pessoas se aproveitando para levantar bandeira de partido. Isso enfraquece um pouco movimento, mas eu sei que ninguém vai parar. O gigante acordou mesmo.

Resumindo: andei igual um camelo (sério, nunca andei tanto na minha vida), fiquei exausta e perdida, quase que não chego em casa e fiquei muuuito perto das bombas. Mas gritei, cantei, pulei, apitei, fiz novos amigos e fiz minha parte. É claro, isso é só o começo.

Não é pelos vinte centavos. É por um transporte público de qualidade, saúde e educação pro povo brasileiro, não pra turista que vem ver a copa.

Vem! Vem! Vem pra rua vem, contra o aumento!

PS.: Meus agradecimentos aos meninos que estavam lá comigo e com a minha prima que emprestaram vinagre e ajudaram a gente a "se proteger". É nóiz!

Vamos estudar juntos? - Til

E aí gente linda! Todos bem? Eu tô ótima, estudando igual um camelo pra ir bem nas provas e no simulado. Graças a Jeová, deu tudo certo com todos os 2734638946938746 trabalhos e tirei nota boa. Agora é só ralar mais um pouco e fazer contagem regressiva pras férias e pra todos os rolês que com ela virão!

Já que eu só tenho começado os textos falando sobre escola, falemos sobre um assunto que meio que morreu aqui no blog devido aos 2734638946938746 trabalhos já citados acima: V-E-S-T-I-B-U-L-A-R.

É isso aí gente. O monstro dos estudantes do terceirão está chegando e para ajudar, eu prometi fazer mais ou menos um post por mês sobre os livros da lista de leitura obrigatória da Fuvest. E pra tirar os 3 meses de atraso, falemos de mais um clássico da literatura brasileira: Til, de José de Alencar.


Antes de mais nada, deixa eu esclarecer: Til é o nome da personagem principal do livro (é uma mulher, beleza?). O romance se passa no interior de São Paulo, durante o século XIX e é dividida em duas partes.

Na primeira parte, conhecemos os personagens e o seu dia-a-dia. Berta era uma menina criada por nhá Tudinha. Era muita meiga, muita fraternal e amava a tudo e a todos. Miguel, seu irmão de criação, era apaixonado por ela. Eles eram amigos de Linda e de Afonso, que eram irmãos. Afonso era apaixonado por Berta, Linda era apaixonada por Miguel e ninguém tinha o seu amor correspondido. Linda e Afonso eram filhos do fazendeiro Luis Galvão e de D. Ermelinda. Estes também eram pais de Brás, um jovem que tinha problemas mentais e era excluído de sua família por causa disso.  Eram uma família rica do interior, enquanto Berta, Miguel e sua mãe eram da classe social mais baixa.

A região era ameaçada por Jão Fera, uma matador de aluguel que amedrontava a todos, mas na verdade só queria proteger Berta. Até que chega Barroso, um sujeito desconhecido que está atrás de vingança.

Na segunda parte do livro, todos os mistérios que cercam o passado de Til são revelados. Como a sua mãe morreu? Quem era o seu pai? Quem na verdade era Barroso? O que Luís Galvão tinha a ver com tudo isso? Por que Jão Fera queria proteger Berta? Fiquem atentos a essas questões, pois é aí que a ação realmente começa.

Também é importante ressaltar a relação de Berta com Brás. Por ser deficiente mental, Berta era a única que realmente lhe dava atenção. Ela passou a ensiná-lo a ler e a escrever e o menino acabou se apaixonando por ela. Por ser um amor impossível e por ter criado uma afeição pelo ~ (til), passou a chamá-la de Til.


José de Alencar foi um importante escritor brasileiro e foi quem consolidou o Romantismo por aqui. Seus romances passaram pelas fases indianista, histórica, urbana e regionalista, a qual Til pertence. Nessa obra, ele tenta caracterizar os tipos sociais existentes no Brasil rural do século XIX: fazendeiros, escravos e gente simples. Esse é um livro tipicamente romântico: um olhar maniqueísta, uma narrativa lenta e descritiva e personagens fazendo papel de heróis e vilões. Til é a heroína da história, já que tem todas as qualidades possíveis e sacrifica tudo pela felicidade dos outros. Minha professora de Português do ano passado disse que esse livro tá na lista da Fuvest por ser um romance regionalista, que é uma característica muito forte no período modernista. #FicaDica

Dessa lista minha gente, esse foi o pior livro de todos. Conseguiu superar até o do Almeida Garret. EITA LIVRO CHATO! Lendo a resenha, até parece um livro legal e tudo mais, mas o José de Alencar não é dos meus. Ele consegue detalhar aquilo que é "indetalhável"! Não curti. Até que quando chega a segunda parte e os mistérios são revelados fica um poquiiiiinho legal, mas nem tanto. Enfim, se esforcem porque esse dói de ler.

Mas recomendo muitíssimo os romances urbanos do José de Alencar, viu? Li Senhora e amei! A verdade é que eu não gostei desse porque a Til é bobona demais pro meu gosto, muito sem sal nem açúcar. Mas a Aurélia do Senhora é demais. Uma personagem forte, tipo a Capitu *0*

Quem gostou da resenha? E você, já leu Til? Comenta o que você achou :-)

E aí, vamos estudar juntos? Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sonzinho de segunda ♪

E aí galeras! Prontos pra começar mais uma semana lindíssima? E que tal começar da melhor maneira? Com música!

O som de hoje é uma música que eu conheci através de um vídeo que passa toda hora lá na Igreja. Awakening, do Chris Tomlin.


Eu só sei que toda vez que eu ouço essa música, o meu corpo inteiro fica quente como se eu estivesse com febre. Mas é um calor bom. É o calor de Deus.

Que música vocês tem ouvido bastante? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

E eu só queria que fosse tudo do mesmo jeito


Ai meu Deus. Que saudade de escrever! Até tenho escrito uns textos meios estranhos, porém bons, porém estranhos durante as aulas chatas na escola, mas nada se compara a isso aqui.

Vamos lá. 17 de junho. Quase 2 horas da matina. E eu aqui pensando em tudo que tem acontecido nos últimos tempos. Lendo 3 livros ao mesmo tempo. Machado de Assis, Paula Pimenta e Jesus Cristo. Como sempre.

Sim, já passaram 6 meses de 2013. Eu entrei no 3º ano. Passei a detestar Física de novo e amar Literatura mais ainda. Passei a orar mais. Passei a confiar mais nos meus amigos. Parei de me amedrontar tanto com coisas tão normais e necessárias. Estou liderando pessoas e entendendo que vidas são uma responsabilidade grande demais pra ficar deixando tudo pra amanhã.

Briguei com a minha mãe. Perdi meu 3º celular que nem era meu na realidade. Entendi que essa coisa de escrever não é só diversão, é sério mesmo. É algo que mexe com o mais profundo aqui dentro. Descobri qual é o meu filme favorito.

E cada vez que eu fico mal e começo a chorar desesperadamente, vou pra Igreja pra ficar nos braços do Papai. E aí me lembro como é ser criança de novo. Quando tudo era lindo. Quando o bom mesmo era ficar brincando de pique-bandeira até 7 horas da noite e voltar toda suada e suja pra casa.

E é nessas horas que eu percebo que eu não trocaria minha vida por nada nesse mundo. Mesmo com todos os problemas, mesmo com todas as discussões, mesmo com as pessoas gritando comigo. Ai, como eu odeio que gritem comigo. Por favor, para de gritar.

Ainda assim, eu não gostaria de ser outra pessoa. Porque, como diz uma música que eu amo, "Errar dói? Dói. Mas aí, deixa doer. É esse erro aí que faz você desenvolver".

É do colo do meu Deus que eu preciso. Não é de namorado, não é de maconha, não é de remédio. Somente o abraço dEle me faz bem, me traz paz como nenhum menino mais velho já conseguiu me trazer. Só Ele faz minhas pernas tremerem, meu coração bater acelerado e meus olhos chorarem de alegria. Só Ele me faz sorrir e ficar olhando pro nada igual uma bobona.

Ele e tudo aquilo de lindo que Ele fez e faz por mim. Todos os meus amigos. Toda a minha família. Todos os livros que eu já li e os filmes que eu já assisti. Todos os meninos de quem eu já gostei.

E eu só posso ser grata. É o mínimo que eu posso fazer.

No fim das contas, esse texto ficou estranho, mas ficou legal, mas ficou estranho. Mas fazer o que? Minha vida é assim. Eu sou assim. E eu não trocaria isso por nada.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Suecagem da vida real


E aí galeras, de buenas? Semana passada, falei aqui no blog sobre um dos meus filmes prediletos, Rebobine por favor. No filme, Jerry e Mike fazem versões mais curtas de filmes bem conhecidos e chamam esse processo de Suecagem.

Por que tô falando isso tudo? Na época que o filme saiu, se tornou normal suecar trailers/filmes de verdade. Fiquei caçando alguns na Internet e aí está o resultado:









E aí, gostaram? A dos Vingadores é a melhor UASHUASHAUSHAUSHAUHSAU Conhece algumas outra versão suecada? Comenta :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sonzinho de segunda ♪

Hellooooo coisas feias mais lindas :P Como estão? Foi bom o feriado? Pra mim foi ótimo, consegui me organizar, arrumar a casa, estudei, fiz os trabalhos que estavam faltando e até joguei CS (saudades!).

Ainda estou editando alguns textos, posts novos, resenhas e as fotos do project 365. Quando tudo estiver pronto, postarei, beleza?

Enquanto as coisas vão acontecendo por trás das câmeras aqui, vamos ao sonzinho de segunda? A música de hoje é meio antiguinha e eu nem estou ouvindo tanto assim. Mas ontem quando eu estava orando, Deus a colocou no meu coração e foi algo muito forte, acho que nunca tinha acontecido. É a música que meio que é a origem da SalzBand, Sal:


Deus tem um propósito pra cada um de nós. E o maior deles é ser sal e luz pra esse mundo. Falar de Jesus, amar como Jesus, ser exatamente como Jesus. E assim que nós ajudamos quem precisa e glorificamos a Deus ao mesmo tempo. E a minha vida se resume isso: amar.

E que música vocês tem ouvido ultimamente? Comenta aí embaixo :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

quarta-feira, 29 de maio de 2013

VHS? Sim, VHS com orgulho!

Hey gentes leemdas! Como estão? Eu dei essa sumida básica devido a semana cultural na minha escola e ao nosso simulado. Não fui muito bem em nenhuma das coisas já que estou muito relaxada e meio que dizendo um dane-se pra tudo. Mas eu sei que não posso fazer isso agora, estou fazendo de tudo pra me organizar de vez e fazer logo o que eu estou planejando desde o início do ano.
 
Não foi pra isso que vim aqui hoje, certo? Certo. Desde o meio do ano passado, minha professora de redação (Jussane, sua lemda s2) tem feito um projeto na escola: Tardes de Cineminha, que tem o objetivo de mostrar filmes, clássicos ou não, que tenham algo de muito bom.
 
É através desse projeto que estou descobrindo o quanto eu sou apaixonada por cinema e também quais são meus verdadeiros filmes prediletos. No início do mês, quando assistimos Carrie, a Estranha (vai sair resenha desse também, wait for it!), me dei conta que não havia falado sobre nenhum dos filmes que vi nessas tardes. E fiquei inconformada. Tão inconformada que falarei sobre todos os que eu gostei aqui. E o primeiro será Rebobine, Por favor.


O filme conta a história de Sr. Fletcher (Danny Glover), dono da locadora Be Kind Rewind que está aos trapos, tanto que ele não tem dinheiro nem pra fazer as reformas no antigo prédio, necessárias para que ele não tenha que sair dali para a construção de um condomínio. Por causa disso, ele vai até a cidade grande para entender como funciona o novo esquema de venda de filmes: DVDs, e não fitas VHS.

 
Enquanto está fora, deixa Mike (Mos Def), seu ajudante, cuidando da loja. Mas acidentalmente, seu amigo Jerry (Jack Black), por estar magnetizando, acaba destruindo as fitas da locadora. Eles decidem refazer os filmes (suecagem) a sua própria maneira e a cidade acaba gostando muito. Eles se tornam meio que mini astros.
 
O diretor e roteirista Michel Gondry, através desse filme, fez uma homenagem aos clássicos cinematográficos da década de 80 e também as fitas VHS.


Amei o filme, porque além de ter o Jack Black atuando, é super fofo. Ver o quanto Mike e Jerry amavam aquela locadora e os seus filmes é realmente lindo. Sem falar que eles foram super criativos no processo de suecagem dos filmes. Deixaram um grande legado ao mundo, já que suecar filmes se tornou algo super normal.
 
Além de ser lindo/engraçado/fofo, o filme ainda mostra as músicas de Fats Waller, alguém de quem eu nunca ouviria falar se não fosse o filme. Essa é uma das músicas que aparece no filme e que eu gostei bastante:
 
 
Quem já assistiu, o que achou? Curtiram as versões suecadas dos filmes? Achei a do Robocop demais! E as músicas do Fats Waller, vocês conheciam? Comentem :)
 
Por hoje é só. Beioo ;*

terça-feira, 14 de maio de 2013

Nothing is impossible: Yentl

Hello galerinhas! Todos bem? Eu tô ótima, apenas desejando que a escola acabe logo, mas ao mesmo tempo, implorando pra que ela dure pra sempre. Enfim, vim falar de MAIS um filme incrível que assisti na aula de Inglês: Yentl, que foi baseado no livro Yentl, the Yeshiva Boy, de Isaac Bashevis Singer.
 

O filme conta a história de Yentl, uma mulher que morava com o pai (Nehemiah Persoff) numa comunidade judia. Na época, o conhecimento era proibido para as mulheres. Para os judeus, o "grande livro do conhecimento" era o Talmude, onde estavam as leis judaicas. Mas por não ter nenhum dom de dona-de-casa e por ser muito apaixonada pelo saber, Yentl tinha aulas escondida com seu pai, que também era rabino.

Quando o pai dela morre, Yentl resolve fazer uma loucura: corta os cabelos, passa a se vestir de homem, foge da aldeia e se inscreve numa Yeshiva, onde conhece Avigdor (Mandy Patinkin), por quem acaba se apaixonando e sentindo pela primeira vez coisas que nunca sentira antes.

O filme é estrelado e dirigido por ninguém mais ninguém menos que Barbra Streisand. Aliás, foi ela quem adaptou o roteiro. E foi ela quem escreveu e cantou todas as músicas do filme. Nada de mais, né não?

 
O filme é demais porque além de ter uma super cantora (agora sei porque ela é o ídolo da Rachel, fãs de Glee entenderão) no papel principal (e pelo visto, uma ótima atriz também), nos mostra como o conhecimento é importante. Foi lindo ver como alguém realmente apaixonado por algo enfrentou muita coisa para conquistá-lo, tendo até que abrir mão de coisas importantes.

Também foi bem legal porque nossa professora foi falando sobre as metáforas e a linguagem cinematográfica durante o filme. Reparem nas luzes em cima dos livros e em todos os rios e oceanos que a Yentl atravessa durante o filme.

Pra quem ficou curioso, esse é o trailer:


E pra quem quer sentir um gostinho da voz da Barbra, ouça uma das minhas músicas prediletas do filme, "Pappa, can you hear me?":

 
Incrível como a voz dela e a da Lea Michele são parecidas! Se vocês fecha os olhos, não dá pra perceber a diferença!

Quem já assistiu, gostou? Já entrou pra minha lista dos filmes tops ever. Comentem :D

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sonzinho de segunda ♪

HEY galeras! Todos bem? Como passaram o dia das mães? Espero que tenha sido bom. Pra não perder o embalo de boas vibrações, aqui vai o nosso Sonzinho de segunda. Semana passada, postei o clipe do Ago. Acontece que tô tão viciada que resolvi colocar o CD inteiro pra vocês ouvirem e se apaixonarem pelas músicas dele como eu.


 
Já nem sei mais qual é a minha favorita. Não gosto das de amorzinho, mas enfim. Só sei que não consigo parar de ouvir. Pra quem curtiu e quer ouvir o dia inteiro como euzinha, baixem o CD aqui.
 
Quem curtiu? E que música vocês têm ouvido e não conseguem parar? Comentem :D
 
Por hoje é só. Beijoo ;*

sexta-feira, 10 de maio de 2013

SPFC: tá doendo, mas vai passar

 
Saibam que está sendo difícil de escrever esse texto. Mas é o jeito.
 
2005. O ano em que eu decidi ser são paulina de verdade, gostar de futebol de verdade, amar essa arte de verdade. E até 2008, vi o time mais lindo desse mundo, com suas três cores, ganharem o Brasil, a América e o Mundo. Sofri muito por causa de zoações, mas só de ver o Tricolor mais lindo jogando me esquecia disso tudo. Porque sentia orgulho de vestir essa camisa, de ir no Morumbi, de reservar 2 horas dos meus domingos só pra ouvir o Cléber Machado narrando os jogos.
 
E agora? Agora. Ainda é complicado definir o que estou sentindo. É uma pilha de emoções que as lágrimas ainda não conseguiram colocar totalmente pra fora. Se eu chorei ontem? Chorei. E só não chorei mais pra não ver minha mãe preocupada comigo.
 
Tristeza? Raiva? Humilhação? Não não, o nome dessa coisa é VERGONHA. Vergonha de ver um bando de marmanjo que não consegue enfiar uma bola no gol. Vergonha de um bando de marmanjo que passa a bola pro jogador adversário como se fosse da outra equipe. Vergonha de um bando de marmanjo que entra morto em campo. Vergonha de um bando de marmanjo que não joga com raça. Vergonha de um bando de marmanjo que não pensa no jogador mais importante do time, quiçá na torcida apaixonada. Vergonha de um técnico que não sabe fazer substituição. Vergonha de um velho gaga e  bêbado que manchou o manto sagrado de whisky escocês. É. Vergonha. Essa é a palavra.
 
E agora eu te pergunto Juvenal WHISKY Juvêncio: cadê aquele monte de dinheiro da venda do Lucas? MANO, para de se preocupar com a droga da galinhada e com a droga do estádio deles e olha pra bosta que o seu time tá. Olha pro nosso elenco, que só tem velho e criança. Olha pras cagadas que você tá fazendo. É certo isso?
 
E agora eu pergunto a vocês, jogadores do São Paulo: cadê a maturidade pra parar de ser expulso por causa de idiotices? Cadê a raça? Cadê a vontade? Já vi muito time por aí que não sabia nada de futebol, mas vencia porque acreditava, porque tentava e uma hora dava certo. Mas nem isso eu vejo mais.
 
Ano passado, vi o menino mais lindo do futebol brasileiro jogando já sabendo que estava vendido e que ia ganhar uma bolada. Quem disse que isso fazia diferença? Ele caía, levantava, tentava, roubava a bola e fazia o gol. E foi assim que nós ganhamos um campeonato ano passado.
 
É assim que vocês querem homenagear o #M1TO, que logo mais se aposentará? Essa nem foi a derrota numa Libertadores tão dolorosa. Sabe por que? Porque eu não vi vontade. Foi humilhante. E daí que o Atlético era superior tecnicamente? Eles também eram a 2 jogos atrás e nós vencemos.
 
Doeu muito ter que ouvir esse jogo e saber o quão apáticas estavam as pessoas no campo. Só acho que tá na hora de neguinho pôr a mão na consciência. Tá na hora dessa diretoria de bosta sair desse clube. Tá na hora de levantar e jogar futebol.
 
É São Paulo FUTEBOL Clube. Não São Paulo FuZzZzZzZ...
 
E espero chorar mais no ano que vem. Chorar a ponto de deixar a cara inchada. Mas chorar porque nós conquistamos a América pela quarta vez.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O filme mais esperado do ano!

Hello minha gente! Todos bem? Eu tô naquelas, super estressada com todos os 3879324636 de trabalhos da escola e mal pela derrota humilhante do meu time hoje. Logo mais sairá texto sobre isso, assim que eu me recuperar do baque e a ficha cair de verdade. Mas nem tudo são horrores. Vim falar sobre o filme mais esperado de 2013: Homem de Ferro 3.


Antes de começar, contar-lhes-ei minha história de amorzinho pelos super heróis da Marvel. Nunca fui apegada a super-heróis. Mesmo quando criança, achava uma coisa tão idiota que não conseguia entender as crianças que acreditavam nisso (assim como as que acreditavam em papai noel, fada do dente e coelhinho da páscoa). Sério, nunca cheguei a acreditar nessas coisas. E só passei a odiar mais ainda os super-heróis quando estava aprendendo sobre as guerras e o Gaspar lindo the best professor de história ever nos contou que os super-heróis eram apenas uma estratégia americana para aliciar as crianças ao capitalismo (mostrar como o socialismo era "ruim" e o capitalismo, "bom"). Pra mim, o único que sempre se salvou foi o Homem-Aranha. Por que? Um nerd, excluído, tímido, só se dá mal e que mesmo assim ajuda as pessoas com um poder que nem se compara aos poderes do super-homem. Um lindo. Como não amar?

Essa era a imagem que eu tinha até julho do ano passado, quando fui assistir Os Vingadores com meu irmão. E até então, estou passando pela fase da minha infância perdida. GENTE, COMO POSSO NUNCA TER AMADO SÁSCOISAS? Claro, ainda não concordo com essa coisa ridícula dos americanos se acharem os bonzões, mas whatever. A verdade é que eu gosto dos filmes mesmo, já que a única HQ que eu tenho paciência pra ler é Turma da Mônica quando eu vou no dentista.

Desde então, assisti todos os filmes solo dos heróis dos Vingadores e tenho estado ansiosa desde sempre pra assistir o Homem de Ferro 3. Além de ele ser lemdo, é o meu 2º herói predileto e com certeza, o mais engraçado. Além do que o Robert Downey Jr. é uma ator incrível, deu vida ao herói de uma maneira que não se pode imaginar outra pessoa no papel.

Antes de irmos pra resenha em si, vejamos ó vídeo que eu gravei no cinema quando fui assistir (dia 05/05). Quem gravou foi meu querido irmão Leonardo:


Bem galeras, vamos direto ao ponto. O filme que talvez seja (é bem provável) o último solo do Homem de Ferro protagonizado pelo Downey Jr., é o terceiro da saga. Após ter passado por experiências um tanto quanto traumatizantes em Os Vingadores, Tony Stark percebe que o Universo onde vive é grande demais e ele não era tanto assim quanto sempre pensou. Como todos andam dizendo por aí, o filme mostra o lado mais humano do herói. O personagem principal não é o Homem de Ferro e sim o Tony Stark.

Também vemos nosso herói finalmente lutando por algo realmente importante: Pepper Pots (Gwyneth Paltrow), que nesse filme tem uma participação maior, tirando um pouco dos holofotes do melhor amigo de Tony,  James Rhodes (Don Cheadle) . O grande vilão da história? Mandarim (Ben Kingsley), um cara que deveria ser chinês, mas no filme o personagem foi adaptado para um terrorista do Oriente Médio. Esse é considerado o maior vilão do Ferroso, tipo o Curinga do Batman. E a história se desenvolve em cima disso.


Antes de dar minha opinião, já digo aos fãs lindo e maravilhosos: nunca li nenhuma HQ de super-heróis, portanto minha opinião é totalmente baseada no meu gosto cinematográfico e em tudo que eu pesquisei pela Internet nesse meio tempo. Não me xinguem, já que a opinião é minha e a de vocês pode ser totalmente diferente, combinado? Digo isso porque quase fizeram um barraco no facebook comigo por causa do que eu disse sobre o filme :(

Amei o filme. Foi beeeeem melhor que o segundo, que é bem fraco por sinal. O Tony amadurece depois de tudo que aconteceu em Nova York e foi bom ver essa mudança. Se é pra ser super-herói, que seja pra lutar por algo de bom. E é isso que ele faz. Os efeitos especiais também são muito bons. E a sacada que eles tiveram em relação ao vilão (o momento em que os fãs se sentiram trolados) foi muito boa, já que o grande motivo de eu amar muito o Homem de Ferro são as críticas que os filmes dele fazem ao sistema norte-americano.

Só não curti muito os homens de lava. Sei lá o porquê, mas eu não achei muito interessante. O grande problema desse filme são os erros no roteiro (a história das HQs é bem diferente, segundo todos os fãs que ouvi) e toda a especulação que fizeram em cima do filme e, principalmente, em cima do Mandarim. Você chega no cinema achando que ele é o super vilão mais zika de todos e sai de lá tipo: "Nossa, era só isso". Entendo a frustração de quem é fã mesmo. Mas a verdade é que nenhuma adaptação de livros/HQs pro cinema são 100% fiéis a história original. Quem já leu As Crônicas de Nárnia e o Príncipe Caspian e depois viu o filme sabe do que eu estou falando. Alguns diretores/roteirista viajam muito, outros nem tanto, mas fazer o que? :/


No todo, o filme é bom, muito bom. Quem assiste como uma criança que fica encantada com esse mundo de heróis, sai do cinema super feliz. Mas quem entra como fã, super empolgado com a realização de um sonho, sai de lá decepcionadíssimo. Sorry :/

Quem ficou com vontade assistir? E quem já viu, o que achou? Gostaram da trollada do Mandarim? Comentem :)

Por hoje é só. Beijoo ;*

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Lua Azul: uma decepção? Talvez

Buenas noches garerinha! Cá estou eu pra falar de mais um livro. Já tinha falado nesse post sobre a série Os Imortais. E agora, finalmente tive tempo e vontade pra fazer a resenha do 2 º livro: Lua Azul.


Na continuação, tudo finalmente está muito bem entre Ever e Damen. Love is in the air. Até que chega Roman, um garoto novo na escola, meio sinistro. E desde então, Damen começa a ficar doente. PORÉM, imortais não ficam doentes. E ele começa a esquecer de Ever. E é isso que te faz querer ler tudo.

Mais uma vez, a Alyson Noël foi esperta. Deixa um super mistério no livro e você só vai até o fim porque PRECISA saber o que acontece. Por que, na moral, esse livro não foi muito bom não. Além de ter um momento de pegação em todos os capítulos (totalmente desnecessário), a imaturidade e a obsessão de Ever ficam bem mais irritantes. Isso fez o livro perder muuuitos pontos comigo. Se é pra ser historinha de amor, que seja uma história de amor. Uma história bobona, de mulherzinha, que te faz suspirar. E não essa coisa de "não posso vê-lo olhando para as coxas daquela menina blá blá blá". Argh.

Além de tudo, não há quem leia o final e não diga: "MEU DEUS, ESSA MENINA É BURRA DEMAIS! SANTO DEUS, PORQUE?".

 
Mas o livro não é de todo ruim. Gostei porque pudemos adentrar mais no mundo do misticismo. É bem legal saber sobre o significado das pedras e de umas plantas, I liked. O bom disso tudo é que os capítulos e o livro são pequenos, o que faz a história passar bem rápido e você chega logo no fim. E outra coisa: a capa é leeeemda! Essa lua azul tá demais s2

Fiquei feliz com o fim, a Ever mereceu ser castigada pela sua imaturidade e burrice. Fiquei com vontade de saber o que acontecerá com o casal depois do que rolou no fim.

Darei mais essa chance a série. Mas se o próximo livro também não for tão bom quanto o primeiro, vou abandona-lá. Galera, eu ainda estou sendo bem legal. Procurem outras resenhas no Skoob. Os caras metem o pau nos livros. Enfim, ainda tenho esperanças de que as coisas melhorem. Quando eu conseguir o Terra de Sombras, postarei a resenha também e veremos se a Alyson merece mais uma chance.

Gostaram da dica aposto que não? Quem já leu, o que achou? Comentem :D

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Project 365!

E aí galeras! Beleza? Cá estou eu pra postar as fotos atrasadas do Project 365. Nos últimos dias têm acontecido muuuuita coisa, a correria está grande, não encontro tempo nem mais pra fazer as unhas. Tá dando um trabalho do cão continuar com esse Projeto, mas eu não vou desistir :B Vamos as fotos:

Dia 103
Dia 104
Dia 105
Dia 106
Dia 107
Dia 108
Dia 109
Dia 110
Dia 111
Dia 112
Dia 113
Dia 114
Dia 115
Dia 116
Dia 117
Dia 118
Dia 119
Dia 120
Dia 121
Dia 122
Dia 123
Dia 124
Dia 125
 Não sabe o que é o Project 365? Leia esse post.

Por hoje é só. Beijoo ;*

Sonzinho de segunda ♪

Buenos dias gente linda! Todos bem? Comecemos segunda-feira da melhor maneira possível: com música.

A música Ei Jah! do dia é do primeiro CD do rapper Ago,  Não sou tãããão fã assim desse estilo, MÃÃÃÃS amodorei a música.


Sou um tanto quanto suspeita pra falar do Ago (sou amiga dele :P), mas enfim, a música é legal, I liked.

Por hoje é só. Beijoo ;*

sábado, 4 de maio de 2013

Fórum de Profissões 2013

Buenos días garerinha leeemda! Milagre de Deus eu aparecer no blog num sábado, já que é dia de fazer bolo/dar célula/ir pro Arena/dormir morrendo de cansaço. Mas achei um tempo pra postar uma coisa que já era pra estar aqui a umas 2 semanas.
 
 
Ano passado falei com vocês sobre o Fórum de Profissões nesse post. Pra quem não se lembra, é um evento que acontece na minha escola onde profissionais de diversas áreas vão pra lá conversar com a gente, pra nos ajudar a decidir o que faremos de nossas vidas depois da escola.

Em 2012 eu estava bem confusa, já não sabia mais o que fazer. Mas agora já me decidi. Vou fazer Jornalismo mermo. E se pá, farei Rádio e TV depois.

Dessa vez, eu gravei um vídeo com a entrevista. Infelizmente, ficou MUITO grande. Sei que só de olhar os 45 minutos ali na barra do YouTube já faz a pessoa ficar com vontade de morrer (ou por causa da preguiça ou por causa da lerdeza do PC). Mas pra quem se intressa pela coisa, ou está em dúvida, acho interessante assistir tudo (preguiça de não fazer nada no Facebook ninguém tem, né?)

Bem, ano passado, conversei com o pessoal de Jornalismo e também de Filosofia e Sociologia. Dessa vez, fiquei na sala onde estavam os profissionais de Rádio e TV, Cinema e Relações Públicas. Confiram o resultado:

 

Congratulations if you chegou até o fim do vídeo! Gostaram da entrevista? Dúvidas respondidas ou só confundi mais a mente de vocês? Já decidiram o que querem fazer da vida? Comentem tudo!
 
Por hoje é só. Beijoo ;*

sexta-feira, 3 de maio de 2013

2 anos de O estranho é ser normal \õ/


No dia 27/04 do ano de 2011, a 2 anos atrás, uma menina de 14 anos decidiu transformar seus sentimentos e tudo aquilo que ela gostava de falar, mas não tinha alguém para fazer isso, em palavras na tela de um computador.

Ela gostou da brincadeira e decidiu fazer aquilo sempre. Houve momentos em que ela pensou em desistir, já que suas responsabilidades do dia-a-dia eram muitas. Mas o amor pela escrita foi mais forte.

E no meio disso tudo, ela encontrou pessoas que pensavam as mesmas coisas que ela, que liam e assistiam as mesmas coisas que ela e que, principalmente: admiravam o que ela escrevia. Diziam o quanto ela era talentosa.

E apesar de os comentários e tudo o mais não serem muitos, ela decidiu continuar a fazer aquilo, porque era assim que ela se sentia bem. E como ela mesma dizia: "Os meus dedos dançam em cima do teclado".

E a alguns dias atrás, essa diversão completou 2 anos de vida.


Pessoal, juro que tentei vir aqui antes. As coisas estão realmente corridas por aqui. Tenho uns 4 trabalhos pra fazer e entregar nos próximos 2 meses e já estou ficando louca com tanta coisas pra pensar e pôr em prática. Mas não me esqueci dessa coisa linda aqui não.

Só tenho a agradecer a cada um de vocês. Gosto muito de enfatizar que meu objetivo em blogar não é fama, não é dinheiro, não é ver comentários. É me divertir. É pôr pra fora certas coisas. É fazer aquilo que eu amo desde sempre: escrever.

Obrigada de verdade a todos aqueles que me fazem vir aqui toda semana. Vocês são demais. Fazer aquilo que a gente ama já é lindo. Ver que tem gente que nós conhecemos e até mesmo que não conhecemos reconhecendo isso é sensacional. Obrigada por terem participado desses 2 anos de blog e que venham muitos outros pela frente.  Obrigada, obrigada, obrigada *--------------------*

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sonzinho de segunda ♪

Boa tarde coisas lindas! Todos bem? Estou apenas ansiosa, já que nesse final de semana acontecerão coisas incríveis! Tipo o aniversário do blog, estreia do Homem de Ferro 3 e show do Gabriel Duarte s2

Enfim, pra entrar no clima de semana agitada, vim trazer pra vocês a música que eu não consigo parar de cantar do Tenth Avenue North, The Struggle:


Hallelujaaaah, we are free to struggle ♪ Oh God, é inevitável. Eles fizeram esse e mais dois vídeos na época da divulgação do CD mais recente, The Struggle. Curtiram? Vocês tem ouvido alguma música que também não sai da mente? Não vale ah leleklekleklek, porfa. HAHA.

Por hoje é só. Beijoo ;*

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Fotos perdidas encontradas (!)

E aí minha gente, beleza? Curtindo a friaca de São Paulo? Eu tô amaaaando,  frio eternamente, por favor s2

Em uma dessas madrugadas livres (?) que eu tive essa semana, resolvi tomar vergonha na cara e editar umas fotos antiguérrimas que estão no PC há uns anos pelo menos e algumas nem tanto. Vim trazer um pouquinho da minha vida pra vocês:

Eu dando uma de camerawoman no jogo do meu primo ._.

Não reparem na pilha de roupas pra passar ali atrás. Sdds lancha :'(


Apenas realizando o sonho de ser princesa NÃÃÃÃÃÃOOOO :D
Caraum do dia NÃO
 

I am spider man :))


Roubando a camisa xadrez do meu irmão



Mamãããããe s2

Olá. Meu nome é Latifa. Eu não ando, eu desfilo. Eu sou top, sou capa de revista. Sou a mais mais, eu arraso no look. Mamãezinha tira foto minha pra postar no Facebook.
 
Faz biquinho mamãe. Não, do meu jeito.
 Por hoje é só. Beijoo ;*