quinta-feira, 28 de março de 2013

Vampiro não, IMORTAL!

Olá leitores mais lemdos! Todos bem? Estoy a ca, aproveitando minha folguinha da escola thank's God para fazer mais um super post pra vocês.
 
Agora vamos falar de coisa boa, vamos falar de TecPix não. Vamos falar de um livro que eu li há uns 3 ou 4 anos atrás, não me lembro bem: Para Sempre, da série Os Imortais.


O livro conta a história de Ever, uma menina que tinha um vida perfeitinha até que sua família morre num acidente de carro. Mas, após o acidente no qual só ela sobrevive, ela passa a ter poderes sobrenaturais. Consegue ver a aura das pessoas e saber de toda a história delas apenas pelo toque. Além de ser a única que consegue ver sua irmãzinha Riley, que morreu mas vive por aí como um fantasma.
 
Tudo está "bem" até que um garoto novo chega na escola. E ele é lindo (?). Desconcertante (?). Avassalador (?). Os dois se apaixonam e Ever vai descobrindo mais sobre sua vida e a vida de Damen, que é cheia de mistérios.
 
MAS MARIA, POR QUE VOCÊ ESTÁ RESENHANDO UM LIVRO QUE LEU HÁ MIL ANOS ATRÁS? Calma. Eu queria ter lido os outros volumes (que são 6) dessa série na epóca. Mas o livro era emprestado e eu só achei o 2º agora para poder fazer a primeira resenha e dar continuação.
 
Sempre que me perguntam que tipo de livros eu gosto, respondo: "Os meus prediletos são aqueles que ninguém gosta de ler." Ou seja, literatura clássica nacional. Nada de Crepúsculo. Nada de Harry Potter. PORÉÉÉM, sempre intercalo entre um livro clássico e um desses bobões de adolescente pra descansar minha mente.


Para Sempre é um desses livros. Gostei bastante da história, que pra mim só pecou no clichê "garota excluída se apaixona pelo garoto novo lindo demais que todas desejam na escola e é correspondida e seu amor é a coisa mais forte e perfeita desse mundo". Além de parecer que você tá assistindo Crepúsculo até você descobrir o que Damen e Ever realmente são.
 
O que eu gostei? O tema. Inovador. Numa era vampiresca e tudo o mais, falar sobre imortalidade é bem legal. Curti :) E O QUE É ESSA CAPA MINHA GENTE? Não sou muito ligada a isso (o que me prende mesmo são as sinopses), mas todas as capas da série são lindas demais.
 
Confesso, Ever é chata. E infantil. E um pouco fútil também. Mas você quer tanto saber o que acontece no fim que continua lendo. Como eu disse, leio esses livros bobões de adolescente pra descansar a mente e é isso que esse livro faz. Fim.
 
 
Já li o segundo livro da série. Depois trago a resenha pra vocês. Já adianto que é BEM melhor que o primeiro.
 
Quem já leu, o que achou? Ever é uma chatona, né? Que tipo de livro vocês preferem? Comentem :-)
 
Por hoje é só. Beijoo ;*

quarta-feira, 27 de março de 2013

Hair, hair, hair, hair, hair, hair, hair Flow it, show it Long as God can grow it

Boa tarde gente leeemda! Como estão? Eu tô aqui, curtindo meu ovo de páscoa que eu ganhei no Amigo Cacau da escola. Eu acabei tirando quem me tirou não, pera. Vim dar uma dica beeeem lecal de filme/musical procês hoje :)


Conheci o filme Hair na aula de inglês (mais uma vez, a aula de Inglês s2). Conta a história de Claude (John Savage), um jovem que veio de Oklahoma para New York para se apresentar ao exército americano, que estava alistando jovens soldados para irem para a maldita Guerra do Vietnã. Chegando lá, ele já se apaixona pela jovem Sheila (Beverly D'Angelo), menina phyna de família rica que nem dá bola pro cara. Ele acaba conhecendo e vivendo várias loucas aventuras com um grupo de amigos hippies, pacifistas que lutam pelo tal "Paz & Amor", formados por <Berger3 (Treat Williams), Jeannie (Annie Golden), Hud (Dorsey Wright) e Woof (Don Dacus).

 
Meu, que filme leeeemdo. Um musical que conta a história dos hippies e da guerra do Vietnã? Amor à primeira vista com a Mariazinha aqui. Além de ter o ator mais lindo da face da Terra no momento s2
 
Talvez você já tenha ouvido falar do Hair. Na verdade, ele é um musical de teatro (Hair: The American Tribal Love-Rock Musical), escrito por James Rado e Gerome Ragni. Estreou na Inglaterra em 1967, na Broadway em 1968 e no Brasil em 1969. Em 2009, a peça foi relançada tanto na Broadway quanto no Brasil. Em todos os lugares por onde passou teve ótimas críticas, apesar de  polemizar por ser a primeira peça de teatro com nudez frontal. Mesmo isso acontecendo, não há nenhuma cena de sexo e nem nada que se relacione ao sexo nessas cenas.


Apesar de eu não concordar com o lance das drogas e do amor livre, achei muito lindo o que os hippies fizeram. Mostrar que pra protestar não é preciso soltar bombas, apenas deixar o seu cabelo crescer e espalhar amor por onde você passa.
 
O filme foi indicado a melhor filme - comédia/musical e melhor revelação masculina (<Treat Williams3, Berger seu lemdo) no Globo de Ouro de 1980. E sabem o Across the Universe? Cenas parecidas não são mera coincidência!
 
E pra fechar esse post, o trailer perfeito do filme:
 
 
Quem já assistiu, gostou? O Berger não é lindo demais? TIRA O ZÓIO ELE É MEU UAHAUHAHU É SÉRIO MANO. Comentem :-)
 
Por hoje é só. Beijoo ;*

terça-feira, 26 de março de 2013

Vamos estudar juntos? - O Cortiço

Boa tarde xenti! Todos bem? Eu tô ótima, acho que recuperei minha nota de Física. Espero que o meu jejum até o fim de Abril ajude nos estudos. Enfim, vamos falar sobre mais um livro da lista de leitura obrigatória da Fuvest hoje? Pulamos do Romantismo para o Naturalismo com O Cortiço, de Aluísio de Azevedo.


A história se passa no Rio de Janeiro, na época em que os cortiços eram a morada da população mais pobre (algo tipo o cenário do Chaves). João Romão, dono do cortiço, da pedreira e de uma taverna, trabalha arduamente para enriquecer e esfregar isso na cara de Miranda, um comerciante bem sucedido que mora ao lado do cortiço, com quem tem uma rixa. Para isso, explora seus empregados e até furta. Bertoleza, uma ex-escrava, se torna sua amante e trabalha na taverna.
 
Também há um monte de outros personagens envolvidos. O destaque fica com Jerônimo e Piedade, um casal português. Jerônimo é um homem de família, trabalhador e que, como posso dizer, fica quieto no seu cantinho e não tem uma vida muito "badalada". Até conhecer Rita Baiana e se encantar com sua beleza brasileira. Abandona a mulher e a filha para ficar ao lado da mulata, mudando completamente o seu comportamento.
 
O cortiço cresce a cada dia mais. Quando Miranda recebe o título de barão, João Romão percebe que não são só as riquezas que o farão melhor que o rival, e sim seus modos. Por isso, a estalagem ganha ares aristocráticos e o cortiço passa a se chamar Vila João Romão. Ele, enfim, consegue subir na vida social, sendo nomeado barão também. O final é bem trágico.

 
Aluísio de Azevedo era maranhense e foi um dos principais escritores da corrente Naturalista no Brasil. Sua obra foi escrita debaixo da teoria determinista, que afirma que o homem é determindao pelo meio, raça e momento histórico. Em O Cortiço, ele critica a desigualdade social e a ganância, representados pela briga entre João Romão e Miranda. O comportamento das personagens é definido pelo calor do litoral americano, pela raça e também pelo crescimento do cortiço. No fim das contas, quem se mostra mais brasileiro é o português e a grande estrela do livro é o próprio cortiço, que conforme vai crescendo, vai ganhando "vida".
 
Gostei do livro. Como eu moro na periferia, através das palavras do autor, projetei o livro pro lugar onde eu moro, me sentindo realmente no meio da história. A teoria determinista faz um pouco de sentido pra mim. Meu único problema foi com a quantidade de personagens. Sabe aquela novela que tem um milhão de núcleos? Então. A história fica um pouco confusa. Mas tirando isso, tá de parabéns o Aluísio. Fiquei com vontade de ler O Mulato e Casa de Pensão, as outras obras mais conhecidas dele.
 
Gostaram da resenha? Quem vai ler? Quem já leu, o que achou? Comentem :-)
E aí, vamos estudar juntos? Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 25 de março de 2013

Show da Salzband *-*

E aí gente leemda! Como estão? Eu tô ótima, tive um fim de semana maravilhoso. E tudo ficará melhor ainda se eu me der bem na Contínua de Matemática hoje #oremos.

Pra começar bem essa semana, vim mostrar pra vocês o clipe mais recente da Salzband, uma das minhas bandas favoritas (já falei dos caras aqui no blog, clique aqui pra ver o post). O clipe foi lançado no fim do ano passado, mas eu só consegui assistir hoje.


O porquê disso? Bem, eles fizeram show ontem na minha Igreja. QUE LOUVOR MARAVILHOSO *-* E depois do culto passei bem perto do Juninho (teclado e vocal), mas não consegui falar com ele, já que estava conversando com outra pessoa #bolada. Foi leemdo minha gente, quero Salzband na minha casa 24h por dia *0*

E... ah é, o clipe:


O que acharam? Amodorei o versículo no fim, com a nuvens. Enfim, apenas amando esse CD novo.

Por hoje é só. Beijoo ;*

domingo, 24 de março de 2013

Project 365!

Aloha gente leemda! Quaaaaanto tempo, né? Não vou ficar me justificando pela falta de posts. Acho que vocês saberem que eu estou no TERCEIRO ANO já diz tudo. Enfim, mesmo estando longe do blog por esse tempo todo, não parei com o Project 365. Até pensei no caso, mas chega dessa história de não terminar nada do que eu comecei, néam? Chega de blá blá blá e vamos ver o que rolou nas últimas semanas:

Dia 56
Dia 57
Dia 58
Dia 59
Dia 60
Dia 61
Dia 62
Dia 63
Dia 64
Dia 65
Dia 66
Dia 67
Dia 68
Dia 69
Dia 70
Dia 71
Dia 72
Dia 73
Dia 74
Dia 75
Dia 76
Dia 77
Dia 78
Dia 79
Dia 80
Dia 81
Dia 82
Dia 83
Não sabe o que é o Project 365? Leia esse post.
Por hoje é só. Beijoo ;*

sábado, 23 de março de 2013

Uma folga na aula. Desculpa, não achei um título menos óbvio que esse


Última aula. Inglês. A professora está falando do texto sobre trabalho infantil. Mas o texto do meu livro é diferente, então nada de prestar atenção.

Sinto falta de escrever. As últimas semanas foram tão cheias, tão loucas. Entrevistas, TPM, Arenões, trabalhos, professor fofo/japa/lindo que não gosta de marrom de geografia, morte da vó Rosa e Hitler. Ufa. Respira. Respira fundo fundo e continua escrevendo.

Entre lágrimas, risos e trabalhos, encontro uma folguinha pra escrever isso aqui. Descobri que amo isso. Amo escrever. Amo falar sobre o que eu leio, assisto e escuto. Amo passar horas na frente dessa máquina transformando sentimentos em palavras e palavras em arte. Pena que não descobri isso quando ainda tinha tempo para piscar. Às vezes dá vontade de voltar no tempo, como fez a menina do livro que eu terminei ontem. Mas como o próprio livro diz, não há como concertar aquilo que já foi feito, apenas fazer diferente o que se fará. Não que eu não soubesse disso, mas às vezes as situações apagam a memória.

Queria dinheiro pra comprar uns livros e uns CDs. Não tenho nem pra ver a estreia do Homem de Ferro 3. Só consigo pensar em passar na faculdade. No more ideas for this text. Aula de inglês, lembra? É isso aí pessoal. Até a próxima folga na aula pra escrever. Se é que vai ter outra.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Desvaneios pós meia-noite


Sei lá. Meus pensamentos vão a mil depois da meia-noite. Deve ser por isso que os meus sonhos nunca fizeram o menor sentido. Parece que tudo que deveria passar pela minha mente nas 24h do dia passa em menos de 120 min. logo após ler ou assistir qualquer coisa.

Acabei de ver Across the Universe depois de procurar tanto. Que filme lindo. Já falei dele no blog. Nothing's gonna change my world, nothing's gonna change my world. Mas agora é hora de ouvir Nazireu. Faz tempo que não ouço os gritos do Pew. Como pode alguém não gostar de screamo? Que expressão maior existe na raça humana que o grito? Não sei, não existe.

E eu aqui, sentada no chão, vendo a propaganda do Ronaldo gordo, pensando em como o Arena foi bom, tentando refletir sobre a Palavra, pensando sobre como será 2013, pensando que eu mal comecei a minha biografia pra aula de ensino religioso, tentando entender porque eu não consigo emprego e pensando no professor lindo/fofo de geografia.

E de repente vêm um trilhão de outras coisas, me bombardeando ao mesmo tempo. E eu sei que eu preciso escrever essas coisas hoje/agora, porque a amanhã de manhã só me ficará a lembrança de como o sonho dessa noite será (foi) estranho.

E é o que me resta fazer. Me conformar com esses meus textos estranhos sem pé nem cabeça. Mas a vida é assim. Nada mais faz sentido. O sentido é parar de procurar sentido em tudo e apenas viver. Ou talvez não seja nada disso. Talvez eu só esteja tentando criar uma moral da história pra fazer com que você que leu isso até aqui tenha sentido que valeu a pena. Talvez não tenha valido. Valido é uma palavra? Sei lá. Vou ouvir Nazireu. Tchau.

sábado, 9 de março de 2013

Força!


É um momento perigoso. Paulo já nos avisava. É na fraqueza que se é forte. Mas quando você menos espera, cai do cavalo. Porque se sentiu forte o suficiente. Se sentiu a mulher-maravilha. Tô mais pra Viúva-Negra, não gosto dos heróis da DC. Não tenho o corpo de nenhuma das duas. Whatever, o texto não é sobre isso.

Me lembro bem de uma coisa da Conferência Arena Jovem. E Deus me tocou agora a noite sobre isso. Adão pecou no paraíso. Jesus venceu no deserto. Sempre tive uma coisa de estar bem nas dificuldades, mas de ficar triste quando tudo está bem. Me perguntava se isso era normal. Se era bipolaridade. Se eu era louca. Sei lá.

A verdade é que a zona de conforto é uma coisa perigosa mesmo. Você sente bem. Tudo está lindo. Tudo é perfeito. Jesus é bom. Você se sente confiante. Confia em si mais que qualquer coisa. Nada pode te parar. De repente. De repente. De repente.

Um palavra ao vento. Uma lágrima escorrida. Uma corrida para o quarto. Sua cabeça enfiada no travesseiro. Seu coração rezando para que a manhã seguinte chegue logo e a dor pare. Sua mente tentando se esquecer, mas lembrando.

Tudo o que eu posso dizer, por experiência própria, é: tire forças da sua fraqueza, e não fraqueza da sua força.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Clipe novo da Clarice Falcão \õ/


Só porque a gente te ama Clarice. O melhor é a cara do Gregório no fim UASHUAHSUAHSUAHS /morta.

Por hoje é só. Beijoo ;*

quinta-feira, 7 de março de 2013

Chorão não morreu, só deu uma pausa na Terra pra levar um pouco mais de alegria pro céu


Meia-noite. Ouvi no jornal que Hugo Chávez havia morrido. Não sabia se acreditava em tudo o que falaram sobre a vida dele, já que era um jornal da Globo. Dormi. Acordei às 8h45 com minha mãe me chamando:

- Filha, acorda, seu celular já despertou.

- ... tá ...

- Sabe quem morreu?

- ... Sei, o Chávez ...

- Bem, ele também, mas não é dele que eu tô falando.

- MINHA AVÓ????

- Não. O Chorão, do Charlie Brown.

- ???????

Fiquei em estado de choque. Nada pior do que acordar com a notícia de alguém realmente importante morreu.

Fiquei pensando em postar algo no face sobre a morte do Chorão. Decidi vir aqui no blog aproveitar e atualizar porque néam. Nessa hora aparecem um trilhão de fãs, sentindo saudades, lá lá lá lá. Só conhece Só os Loucos Sabem. Daqui uma semana vão perguntar se Chorão era MC do funk.

Não serei hipócrita: também não sou a MAIOR fã do mundo do CBJ. Gostava bastante das músicas deles e sei um pouco da história. Quem curte (ou curtia, I don't know) era minha prima, que aliás foi quem me apresentou a banda. Tenho boas lembranças da minha infância relacionadas as músicas deles.

Chorão é um daqueles caras que ficam marcados na história e que nunca envelhecem. Ia fazer 43 anos em 2013. Quem disse que parece? Parece que ele, Gabriel Pensador, Badauí do CPM e afins nunca vão fazer 50, 60, 70 anos. Ele é tipo, eterno.

Já fui num show deles. Que show mais zika! Era um festival, com bandas de diferentes estilos. Quando eles estavam em cima do palco, todo mundo cantou junto. A plateia dizia "A gente veio aqui só pra ver Charlie Brown!". Eu não, fui pra ver Fresno. Mas confesso: o show deles foi O SHOW.

Nesse show, ele disse: "Eu tô usando camiseta de tal marca, relógio de tal marca, tênis de tal marca [todas marcas brasileiras]. Aqui não tem Nike, nem Adidas, porque a gente mora no Brasil, não nos Estados Unidos". De quantas pessoas você já ouviu isso? Até eu tenho tênis da Adidas. Quantas pessoas você já viu recusar ver um filme hollywodiano pra assistir um filme do Iraque? Chorão era esse cara.

Enfim, tudo o que eu tenho a dizer é obrigado. Obrigada Chorão, porque você e a sua banda foram uns dos caras que me permitem dizer "a música da minha época é que era boa". Obrigada por ter sido um dos poetas brasileiros. Obrigada por pregar o skate como um esporte e uma paixão e não coisa de vagabundo. Obrigada por ter sempre lutado através da música, do esporte e da arte (coisa que eu não vejo mais). Você fez minha infância um pouquinho mais feliz.

Com vocês, minhas 2 músicas prediletas do CBJ pra sentir um pouquinho mais de saudade:


Minha prima diz que a primeira foi feita em minha homenagem. E a segunda é a minha favorita. E encerro esse texto com a frase mais linda (na minha opinião) que o Chorão já soltou com a sua voz:
Viver, viver e ser livre, saber dar valor para as coisas mais simples. Só o amor constrói pontes indestrutíveis.

Por hoje é só. Beijoo :'''(