quinta-feira, 20 de junho de 2013

"Ela não era um monstro. Era só uma garota."

E aí galerês! Beleza? Cá estou eu dando uma pausa nos estudos porque minha cabeça já está doendo e aproveitando a folga da escola de hoje (valeu Passe Livre!) pra vir postar aqui no blog.

Antes de mais nada: A TARIFA ABAIXOU! Fiquei muuuuito feliz ontem ao saber que fiz parte disso, mas ainda assim descontente porque esses vinte centavos vão pra outro lugar e não sairão do bolso dos empresários. Só espero do fundo do meu coraçãozinho que as lutas não parem. Não só pelo preço do ônibus, mas também contra a PEC 37 E 33, pelo aumento do salário dos professores, pela saída do Renan Calheiros e do Marcos Feliciano do Senado e da Comissão de Direitos Humanos e por saúde e educação melhores no nosso país.

Mas não é sobre isso que eu vim falar hoje. É sobre mais um filme beeeem legal que eu assisti nas Tardes de Cinema da minha escola. Um dos clássicos do terror: Carrie, a Estranha.


 Confesso que não sou fã de filmes de terror. Não vejo objetivo em gastar algumas horas do seu dia pra ficar com medo. Pra mim, filmes servem pra te ensinar alguma coisa, seja ela pequena ou grande, boa ou não. Então por que você tá falando de um filme de terror Maria? Porque esse filme é BOM. Não é horrível como a maioria dos filmes de terror que eu já vi, que nem me assustam direito.

Carrie, a Estranha foi um filme inspirado no livro Carrie, de Stephen King. Conta a história de Carrie White (Sissy Spacek), uma menina que foi criada dentro das mais fundamentalistas e doentias grades religiosas impostas pela sua mãe, Margareth (Piper Laurie). Ela tem sua primeira menstruação e acaba sendo humilhada na escola por não saber o que é isso. Sua professora pune as alunas que fizeram isso e acaba proibindo Chris Hargensen (Nancy Allen), que "liderou" o bullying, de ir ao baile.


Em uma atitude solidária, Sue Snell (Amy Irving) convence seu namorado, Tommy Ross (William Katt) a levá-la para o baile, como forma de pedir desculpas pelo ocorrido. Nesse meio tempo, Carry descobre que tem poderes de telecinese. Inconformada de ter sido expulsa do baile, Chris planeja uma vingança que ocorreria durante o baile.

A vingança acontece, mas a verdadeira VINGANÇA ocorre quando Carrie se vinga de todos que riram dela naquela cidade. As cenas finais são agonizantes demaaais, muito bem feitas.


Eu não sei exatamente o que me fez gostar desse filme. Só sei que é muito bom. Segundo minha professora de redação, no fim você se questiona: Carrie era realmente uma paranormal ou tudo realmente tinha algo a ver com o diabo?

Tá aqui o trailer oficial (legendado):


Fiquei com vontade de ler o Carrie e ficar com medinho de novo. Contos de terror sempre me decepcionam muito, só li um até hoje que me deixou com medo de verdade. Aguardemos então.

O filme foi muito bem visto pela crítica, tanto que recebeu várias indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Já foi feito um remake dele (muito ruim, pelo visto), mas agora estão fazendo outro que será lançado no dia 15 de novembro desse ano que tem um elenco muito bom. O filme promete!



E vocês, já assistiram? Quem gostou? E quem é loucamente apaixonado por filmes de terror? Comentem :)

Por hoje é só. Beijoo ;*

terça-feira, 18 de junho de 2013

Revolta do Vinagre


Ufa. Finalmente vou conseguir escrever sobre isso. Ainda não encontro as palavras corretas pra definir o que eu senti ontem. Mas vamos tentar.

Cheguei junto com a minha prima no Lgo. da Batata às 16:30. Nunca tinha ido a um protesto antes, estava muito ansiosa. De lá, nós fomos pra Faria Lima, depois pra Berrini, até chegar na Ponte Estaiada. Então, fomos pro Palácio dos Bandeirantes, onde a PM jogou bombas de gás lacrimogênio. Fiquei lá bem pouco e fui pra casa. Cheguei aqui quase 2 horas da manhã.

Hoje eu posso falar que tenho orgulho DE VERDADE de ser brasileira. Não porque o meu país é lindo, ou porque nossa seleção já foi boa. Mas porque eu vi pessoas na rua que estão verdadeiramente inconformadas com a situação da política. Pela primeira vez, o hino nacional fez sentido pros meus ouvidos e pro meu coração.

Foi um dos dias mais emocionantes da minha vida. Gritei muito, assoprei meu apito e levantei meu cartaz. E toda vez que eu via alguém colocando um lençol branco pra fora da janela dos prédios, eu sorria com a boca e com o coração. Chegou uma hora em que eu não aguentava mais andar, já tava pedindo arrego.

Mas quando eu cheguei na ponte estaiada e vi todas aquelas pessoas cantando "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!", esqueci a dor. Eu senti vontade de chorar de tanta alegria, foi uma das coisas mais lindas que eu já vi. Só quem foi sabe a emoção de se sentir parte da história do Brasil.

Eu não sou muito a favor, mas também não sou muito contra a violência dos manifestantes, mas eu sei que são pouquíssimos que estão lá pra fazer isso. Vi muita gente desunida, brigando por coisas bestas. Vi também pessoas se aproveitando para levantar bandeira de partido. Isso enfraquece um pouco movimento, mas eu sei que ninguém vai parar. O gigante acordou mesmo.

Resumindo: andei igual um camelo (sério, nunca andei tanto na minha vida), fiquei exausta e perdida, quase que não chego em casa e fiquei muuuito perto das bombas. Mas gritei, cantei, pulei, apitei, fiz novos amigos e fiz minha parte. É claro, isso é só o começo.

Não é pelos vinte centavos. É por um transporte público de qualidade, saúde e educação pro povo brasileiro, não pra turista que vem ver a copa.

Vem! Vem! Vem pra rua vem, contra o aumento!

PS.: Meus agradecimentos aos meninos que estavam lá comigo e com a minha prima que emprestaram vinagre e ajudaram a gente a "se proteger". É nóiz!

Vamos estudar juntos? - Til

E aí gente linda! Todos bem? Eu tô ótima, estudando igual um camelo pra ir bem nas provas e no simulado. Graças a Jeová, deu tudo certo com todos os 2734638946938746 trabalhos e tirei nota boa. Agora é só ralar mais um pouco e fazer contagem regressiva pras férias e pra todos os rolês que com ela virão!

Já que eu só tenho começado os textos falando sobre escola, falemos sobre um assunto que meio que morreu aqui no blog devido aos 2734638946938746 trabalhos já citados acima: V-E-S-T-I-B-U-L-A-R.

É isso aí gente. O monstro dos estudantes do terceirão está chegando e para ajudar, eu prometi fazer mais ou menos um post por mês sobre os livros da lista de leitura obrigatória da Fuvest. E pra tirar os 3 meses de atraso, falemos de mais um clássico da literatura brasileira: Til, de José de Alencar.


Antes de mais nada, deixa eu esclarecer: Til é o nome da personagem principal do livro (é uma mulher, beleza?). O romance se passa no interior de São Paulo, durante o século XIX e é dividida em duas partes.

Na primeira parte, conhecemos os personagens e o seu dia-a-dia. Berta era uma menina criada por nhá Tudinha. Era muita meiga, muita fraternal e amava a tudo e a todos. Miguel, seu irmão de criação, era apaixonado por ela. Eles eram amigos de Linda e de Afonso, que eram irmãos. Afonso era apaixonado por Berta, Linda era apaixonada por Miguel e ninguém tinha o seu amor correspondido. Linda e Afonso eram filhos do fazendeiro Luis Galvão e de D. Ermelinda. Estes também eram pais de Brás, um jovem que tinha problemas mentais e era excluído de sua família por causa disso.  Eram uma família rica do interior, enquanto Berta, Miguel e sua mãe eram da classe social mais baixa.

A região era ameaçada por Jão Fera, uma matador de aluguel que amedrontava a todos, mas na verdade só queria proteger Berta. Até que chega Barroso, um sujeito desconhecido que está atrás de vingança.

Na segunda parte do livro, todos os mistérios que cercam o passado de Til são revelados. Como a sua mãe morreu? Quem era o seu pai? Quem na verdade era Barroso? O que Luís Galvão tinha a ver com tudo isso? Por que Jão Fera queria proteger Berta? Fiquem atentos a essas questões, pois é aí que a ação realmente começa.

Também é importante ressaltar a relação de Berta com Brás. Por ser deficiente mental, Berta era a única que realmente lhe dava atenção. Ela passou a ensiná-lo a ler e a escrever e o menino acabou se apaixonando por ela. Por ser um amor impossível e por ter criado uma afeição pelo ~ (til), passou a chamá-la de Til.


José de Alencar foi um importante escritor brasileiro e foi quem consolidou o Romantismo por aqui. Seus romances passaram pelas fases indianista, histórica, urbana e regionalista, a qual Til pertence. Nessa obra, ele tenta caracterizar os tipos sociais existentes no Brasil rural do século XIX: fazendeiros, escravos e gente simples. Esse é um livro tipicamente romântico: um olhar maniqueísta, uma narrativa lenta e descritiva e personagens fazendo papel de heróis e vilões. Til é a heroína da história, já que tem todas as qualidades possíveis e sacrifica tudo pela felicidade dos outros. Minha professora de Português do ano passado disse que esse livro tá na lista da Fuvest por ser um romance regionalista, que é uma característica muito forte no período modernista. #FicaDica

Dessa lista minha gente, esse foi o pior livro de todos. Conseguiu superar até o do Almeida Garret. EITA LIVRO CHATO! Lendo a resenha, até parece um livro legal e tudo mais, mas o José de Alencar não é dos meus. Ele consegue detalhar aquilo que é "indetalhável"! Não curti. Até que quando chega a segunda parte e os mistérios são revelados fica um poquiiiiinho legal, mas nem tanto. Enfim, se esforcem porque esse dói de ler.

Mas recomendo muitíssimo os romances urbanos do José de Alencar, viu? Li Senhora e amei! A verdade é que eu não gostei desse porque a Til é bobona demais pro meu gosto, muito sem sal nem açúcar. Mas a Aurélia do Senhora é demais. Uma personagem forte, tipo a Capitu *0*

Quem gostou da resenha? E você, já leu Til? Comenta o que você achou :-)

E aí, vamos estudar juntos? Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sonzinho de segunda ♪

E aí galeras! Prontos pra começar mais uma semana lindíssima? E que tal começar da melhor maneira? Com música!

O som de hoje é uma música que eu conheci através de um vídeo que passa toda hora lá na Igreja. Awakening, do Chris Tomlin.


Eu só sei que toda vez que eu ouço essa música, o meu corpo inteiro fica quente como se eu estivesse com febre. Mas é um calor bom. É o calor de Deus.

Que música vocês tem ouvido bastante? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

E eu só queria que fosse tudo do mesmo jeito


Ai meu Deus. Que saudade de escrever! Até tenho escrito uns textos meios estranhos, porém bons, porém estranhos durante as aulas chatas na escola, mas nada se compara a isso aqui.

Vamos lá. 17 de junho. Quase 2 horas da matina. E eu aqui pensando em tudo que tem acontecido nos últimos tempos. Lendo 3 livros ao mesmo tempo. Machado de Assis, Paula Pimenta e Jesus Cristo. Como sempre.

Sim, já passaram 6 meses de 2013. Eu entrei no 3º ano. Passei a detestar Física de novo e amar Literatura mais ainda. Passei a orar mais. Passei a confiar mais nos meus amigos. Parei de me amedrontar tanto com coisas tão normais e necessárias. Estou liderando pessoas e entendendo que vidas são uma responsabilidade grande demais pra ficar deixando tudo pra amanhã.

Briguei com a minha mãe. Perdi meu 3º celular que nem era meu na realidade. Entendi que essa coisa de escrever não é só diversão, é sério mesmo. É algo que mexe com o mais profundo aqui dentro. Descobri qual é o meu filme favorito.

E cada vez que eu fico mal e começo a chorar desesperadamente, vou pra Igreja pra ficar nos braços do Papai. E aí me lembro como é ser criança de novo. Quando tudo era lindo. Quando o bom mesmo era ficar brincando de pique-bandeira até 7 horas da noite e voltar toda suada e suja pra casa.

E é nessas horas que eu percebo que eu não trocaria minha vida por nada nesse mundo. Mesmo com todos os problemas, mesmo com todas as discussões, mesmo com as pessoas gritando comigo. Ai, como eu odeio que gritem comigo. Por favor, para de gritar.

Ainda assim, eu não gostaria de ser outra pessoa. Porque, como diz uma música que eu amo, "Errar dói? Dói. Mas aí, deixa doer. É esse erro aí que faz você desenvolver".

É do colo do meu Deus que eu preciso. Não é de namorado, não é de maconha, não é de remédio. Somente o abraço dEle me faz bem, me traz paz como nenhum menino mais velho já conseguiu me trazer. Só Ele faz minhas pernas tremerem, meu coração bater acelerado e meus olhos chorarem de alegria. Só Ele me faz sorrir e ficar olhando pro nada igual uma bobona.

Ele e tudo aquilo de lindo que Ele fez e faz por mim. Todos os meus amigos. Toda a minha família. Todos os livros que eu já li e os filmes que eu já assisti. Todos os meninos de quem eu já gostei.

E eu só posso ser grata. É o mínimo que eu posso fazer.

No fim das contas, esse texto ficou estranho, mas ficou legal, mas ficou estranho. Mas fazer o que? Minha vida é assim. Eu sou assim. E eu não trocaria isso por nada.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Suecagem da vida real


E aí galeras, de buenas? Semana passada, falei aqui no blog sobre um dos meus filmes prediletos, Rebobine por favor. No filme, Jerry e Mike fazem versões mais curtas de filmes bem conhecidos e chamam esse processo de Suecagem.

Por que tô falando isso tudo? Na época que o filme saiu, se tornou normal suecar trailers/filmes de verdade. Fiquei caçando alguns na Internet e aí está o resultado:









E aí, gostaram? A dos Vingadores é a melhor UASHUASHAUSHAUSHAUHSAU Conhece algumas outra versão suecada? Comenta :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sonzinho de segunda ♪

Hellooooo coisas feias mais lindas :P Como estão? Foi bom o feriado? Pra mim foi ótimo, consegui me organizar, arrumar a casa, estudei, fiz os trabalhos que estavam faltando e até joguei CS (saudades!).

Ainda estou editando alguns textos, posts novos, resenhas e as fotos do project 365. Quando tudo estiver pronto, postarei, beleza?

Enquanto as coisas vão acontecendo por trás das câmeras aqui, vamos ao sonzinho de segunda? A música de hoje é meio antiguinha e eu nem estou ouvindo tanto assim. Mas ontem quando eu estava orando, Deus a colocou no meu coração e foi algo muito forte, acho que nunca tinha acontecido. É a música que meio que é a origem da SalzBand, Sal:


Deus tem um propósito pra cada um de nós. E o maior deles é ser sal e luz pra esse mundo. Falar de Jesus, amar como Jesus, ser exatamente como Jesus. E assim que nós ajudamos quem precisa e glorificamos a Deus ao mesmo tempo. E a minha vida se resume isso: amar.

E que música vocês tem ouvido ultimamente? Comenta aí embaixo :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*