terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Hoje eu acordei com 19 anos


AH GRANDE COISA HEIN PARABÉNS

Brincadeirinhas à parte (mentira, the zueira never dies), hoje é meu aniversário. Uma das poucas coisas legais de fazer aniversário no fim do ano é que aquela reflexão que fazemos pro ano-novo é conjunta. Eu posso ver o quanto eu cresci em um ano (sem bullying sobre a minha altura, ok) e o que posso fazer pra mudar.

19 anos é uma daquelas idades meio wtf. Tipo, você já tem 18, já pode fazer todas aquelas paradas como dirigir, beber, ser preso, não é uma idade redonda. Ninguém diz "ai, quando eu tiver 19 anos vai ser tão legal" ou coisa parecida. Mas eu acredito na importância de cada aniversário. Foi o dia que Deus escolheu a dedo pro seu nascimento. O mínimo que podemos fazer é sermos gratos por mais um ano de vida.

Fazer 18 anos foi uma coisa muito louca. Não, eu não dirigi, não bebi, não fui presa. Mas eu amadureci muito. Meu Deus do céu, como eu amadureci! O mundo não te dá nenhum aviso de que você está finalmente virando adulto. Simplesmente acontece. Quando você menos espera, todas aquelas coisas estranhas que aconteciam com seus pais e você sempre criticava estão finalmente acontecendo com você. E olha só, você está agindo igualzinho a eles. Se isso é bom ou ruim, depende da sua concepção.

É difícil eu ficar ansiosa pra completar mais uma idade ou pra uma comemoração. Entretanto, pra esses 19 anos eu estou sim. Porque eu sinto, eu sei que vai ser diferente. Porque eu cresci. Porque há muitos desafios pela frente, mas os 18 anos me espremeram tanto que eu já nem estou mais com tanto medo assim. Eu entendi finalmente o que significa confiança. E deve ser algo diferente pra todo mundo.

No mais, agradeço aos migos que estiveram comigo e que ainda estarão no ano que vem. A minha família, que por mais louca que seja, ainda é o meu porto seguro. Agradeço a Deus (claro!) por ser tudo que Ele é e mais um pouco. Nem dá pra ficar descrevendo se não o texto vai ficar longo demais. E quero finalmente agradecer a cada situação difícil que eu vivi nesse ano, pois se não fosse por elas talvez eu não estivesse tão preparada pra passar pelos 19 anos tão viva, tão esperançosa, tão eu, tão Maria.

Pode falar que eu não ligo,
Agora, amigo,
Eu tô em outra,
Eu tô ficando velha,
Eu tô ficando louca.

Pode avisar que eu não vou,
Oh oh oh...
Eu tô na estrada,
Eu nunca sei da hora,
Eu nunca sei de nada.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

Pode falar que eu nem ligo,
Agora eu sigo
O meu nariz,
Respiro fundo e canto
Mesmo que um tanto rouca.

Pode falar, não me importa
O que tenho de torta
Eu tenho de feliz,
Eu vou cambaleando
De perna bamba e solta.

Nem vem tirar
Meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

50 fatos sobre mim!


Essa foto, com toda certeza, define meu humor nesse momento
Helloo migos leitores do corazaum! Everybody is de boas? Como têm passado essa semana chatérrima que parece ser composta apenas de domingos? Está um tédio do cão por aqui. E não reclamo mais porque ainda sim é melhor que ir trabalhar.

Sim, são quase duas da manhã, o sono tirou umas férias e estou tendo um treco de ansiedade por 1827648923 de motivos. Essa foi a única coisa em que eu consegui pensar pra me aliviar um pouco. Here we go, pra você que sempre quis saber coisas estranhas sobre a minha pessoa e nunca teve coragem ou oportunidade pra perguntar, 50 fatos sobre mim! Vamos aproveitar a vibe do meu aniversário que está chegando também.


1. Meu nome completo é composto por 6 nomes gigantescos, no nível Princesa Isabel. E as pessoas sempre riem disso. Invenções do meu pai, obrigada!

2. Eu tenho miopia e astigmatismo, mas não faço ideia de quantos graus tem o meu óculos pelo simples fato de achar que essa informação não faz nenhuma diferença. Eu vou continuar com esses problemas de qualquer jeito, tantôfaz.

3. Eu tenho um problema nos dentes chamado mordida cruzada. Minha mandíbula é mais pra frente do que deveria. Por causa disso, passei minha infância usando aparelho fixo e uma máscara (YES MAN, EU USEI CAPACETE, CHORA REAÇA). Mas como meu osso continuaria crescendo, tive que tirar com uns 10 anos e agora que já sou maior de idade preciso fazer uma cirurgia que vai consertar forever.

4. Na verdade eu tive tenho muito problemas de saúde always. Pra começar, eu quase morri no parto. Tive uma crise de bronquite quando era bebê e quase morri de novo. Minha família teve que se mudar do centro de São Paulo para evitar ~possíveis futuros problemas respiratórios piores~. Tive que fazer um tratamento com bota ortopédica por ter pé chato, tenho rinite alérgica e tive adenoide (fiz cirurgia por causa disso). Sem falar em todas as vezes que eu quase fui atropelada. Sim migos, Deus realmente quer que eu viva.

5. Tenho uma cachorra de 14 anos, mas também já tive gatos, peixes, galinhas, outros cachorros... Amodoro animais sz


6. Minhas matérias favoritas são (eram? sei lá) Literatura, História e Sociologia.

7. Eu sou viciada em café. Tipo, de verdade. Não cometam o mesmo erro da minha mãe de oferecer café pros seus filhos enquanto eles ainda são crianças.

8. Eu AMO chuva e frio. Amor sem medidas.

9. Minha série favorita é New Girl.

10. Eu não gosto de ganhar flores. Nem perfume.


11. Eu detesto o facebook. Por mim todo mundo voltaria pro Orkut e pro Twitter, anos de ouro da Internet, sdds.

12. Meus atores favoritos são Wagner Moura e Selton Mello. E acho que eu não tenho uma atriz favorita.

13. Eu prefiro cantores a cantoras. Sempre gostei muito mais de ouvir vozes masculinas que femininas.

14. Se vocês considerarem que ser esquerdista é querer mudanças profundas na sociedade, então tá bom, eu sou esquerdista. Mas eu não sou comunista, muito menos anarquista. Sou a favor de qualquer sistema novo que aprimore os já existentes, consertando seus defeitos.

15. No momento estou numa vibe indie e MPB.


16. Eu sou contra a legalização da maconha, contra o aborto e contra a diminuição da maioridade penal. E sou a favor da desmilitarização da polícia.

17. O meu número favorito é o 7.

18. Não acredito em sorte.

19. Meu filme favorito é Across The Universe.

20. A minha lista de pessoas por quem já tive paixões platônicas: Marcos (ex-goleiro do Palmeiras), Pete Wentz (baixista do Fall Out Boy), Tavares (ou Esteban, ex-baixista da banda Fresno e atual solo) e Lucas (jogador do PSG). É uma lista estranha? É. Se eu me arrependo? Não.


21. Eu nunca gostei das histórias da Disney. Na verdade a única ~princesa~ que eu admiro é a Mulan. Todas as outras são burras e fúteis demais pro meu gosto ME JULGUEM.

22. Meus pais nunca me deixaram acreditar em nenhuma figura mágica: Papai Noel, Fada do Dente, Coelho da Páscoa... Isso explica muita coisa na minha personalidade, vocês não fazem ideia.

23. Eu decidi o curso que ia fazer na faculdade quando tinha uns 13 ou 14 anos e não mudei de ideia até hoje.

24. Não tenho nenhum cantor/banda favorita. É que eu gosto de tanta coisa e mudo esse gosto tantas vezes que achei melhor não colocar ninguém no pódio.

25. Sou cristã-evangélica-crente e ~frequento~ (acho essa palavra meio estranha pra essa ocasião) a igreja Sara Nossa Terra desde os 11 anos de idade. E não pretendo sair de lá nem largar a minha fé. Sim, eu oro e leio a Bíblia always. Beijos.


26. Eu sou são-paulina de nascença. Meus pais se conheceram no Morumbi, vou ao estádio desde que era recém-nascida, manjo dos paranuê e se um dia tiver a oportunidade de trabalhar com futebol na minha profissão vai ser só sucesso.

27. O homem nunca chegou a lua. Acho que, se os aliens realmente existirem, eles não serão burros o bastante pra vir pra cá. Acredito que existam portais espalhados no céu e no mar que raptam aviões. Acredito fielmente que existem fadas morando embaixo do meu sofá que sempre roubam meus chinelos.

28. Coisas nos homens que me atraem: barba, xadrez (ou qualquer camisa) e qualquer assunto que vá além da academia e ficar monstro (filmes, música, livros, séries, futebol, sáscoisas).

29. Por mim, calças jeans seriam extintas e as pessoas andariam apenas de calças de moletom.

30. Um dos meus grandes sonhos é fazer um mochilão pela América Latina como fez o Che Guevara. Não precisa ser necessariamente numa motocicleta, mas tem que rolar.


31. Nunca namorei e não estou pretendendo namorar tão cedo. A vida de solteira tá ótema, minha gente. Status: sem saco pra aguentar esse forninho.

32. Meu escritor favorito é o Machado de Assis e a escritora é a Clarice Lispector. Ah, e o poeta é o Manuel Bandeira.

33. Bolacha porque tá certo. Biscoito só se for de polvilho, vlw flw.

32. Eu sou completamente apaixonada por sotaque gaúcho!

34. Minha cor favorita é azul e eu ODEIO rosa, sempre odiei e sempre odiarei.

35. Fazia ballet quando eu era criança. Sim, minha mãe me obrigava. Sim, eu era péssima. Sim, eu odiava. Sim, eu tinha que vestir uma roupa completamente rosa. Sim, eu desisti assim que tive a oportunidade.


36. Música nacional >>>>> música estrangeira

37. Sinto uma atração muito estranha por qualquer coisa que envolva psicopatas, esquizofrênicos, bipolares, serial-killers e corpos de gente morta. E se fosse possível, gostaria muito mesmo do fundo do meu coração de abrir um corpo.

38. Eu amo toda e qualquer tipo de arte.

39. Se eu fosse um animal seria um golfinho. Ain, eles estupram NÃO INTERESSA FICA QUIETO EU AMO GOLFINHOS

40. Tenho medo pavor pânico de borboletas. Culpem o Bob Esponja, fãs entenderão.


41. EU NÃO SOU HIPSTER!!!!!

42. Eu sou apaixonada por jogos de tiro. O meu favorito é Counter Strike (prefiro clássicos, beijos).

43. Trabalho como auxiliar administrativo do Financeiro numa empresa de engenharia ambiental.

44. Não tenho uma comida favorita. Gente, sendo comida, tá ótimo!

45. Sou muito mão de vaca, odeio gastar dinheiro. Quando vou comprar alguma coisa, meu critério pra economizar é "quantas coxinhas eu poderia comprar com esse dinheiro?". Se as coxinhas valerem mais a pena, eu abro mão.


46. Eu nasci e moro em São Paulo e diferente de muitos paulistanos, eu sou completamente apaixonada por essa cidade, não pretendo me mudar daqui (a não ser que eu passe na Unesp) e prefiro mil vezes o caos urbano do que o interior ou o litoral.

47. Eu me esqueço constantemente das coisas. Um dia eu ainda vou acordar e nem lembrar meu nome, certeza.

48. Não torço pra seleção brasileira, minha seleção do coração é a uruguaia. Vai Celeste!

49. Meu item de maquiagem favorito é meu batom vermelho.

50. Apesar de ser a pessoa fria-insensível-calculista-sem-coração, eu tenho sentimentos, ok? Só pra constar.

Cabô! Não pensei que essa birosca fosse ficar tão grande. Lembrei de quando eu fiz minha autobiografia pra aula de Ensino Religioso no ano passado. Acho que fazer esse tipo de lista é bem saudável, até mesmo pra você ter certeza de quem você é e o que você quer da vida.

Será que vocês já sabiam alguma dessas coisas sobre mim? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Onde fica a sua Pasárgada?


Sempre gostei muito de ler. Fui uma das primeiras pessoas da minha sala a aprender a ler e escrever e sempre me amarrei numa livraria ou biblioteca. Decidi na 1ª série que ia ser escritora e com uns 13 ou 14 anos escolhi o curso da faculdade: Jornalismo. Maria Tereza e livros é amor à primeira vista. Mas confesso que nunca fui fã de poemas. Bem, não era. Até o dia que me apresentaram ao Manuel Bandeira.

Em todas as aulas de Português da minha vida e futuramente nas de Literatura, quando havia poemas no meio das explicações e exercícios, meu corpo até doía. Eu simplesmente não conseguia entender porque um dito cujo preferia escrever de maneira subjetiva e implícita o que estava sentindo ao invés de ser claro e objetivo através de um conto, uma crônica ou um romance. Ou sei lá, dá um fora nessa mulher que não te ama e para de ser trouxa, rapaz! A vida é mais que um rabo de saia. Sim, sou de Humanas, mas meu coração funciona como o de alguém de Exatas, chora reaça.

E minha vida foi caminhando assim até o último ano do Ensino Médio, quando meu excelentíssimo professor de Português, Paulinho (um beijo pro meu amô baiano, tô com saudades!), começou a explicar sobre o Modernismo aqui no Brasil e nos contou a história de Manuel Bandeira.

Seu Manuel foi um cara que teve uma vida bem complicada. Logo cedo, descobriu que tinha tuberculose, que era tipo a AIDS de alguns anos atrás naquela época. Por isso, ele teve que viver isolado no interior do Rio para não passar a doença pra ninguém e pra não piorar seu estado de saúde também. O tenso é que toda a sua família também estava doente. Mas no fim das contas todos morreram antes e ele só deixou a vida bem velhinho, com 82 anos de idade. Porém, a doença o privou de muitas coisas: Manuel não teve muitos amigos, não casou, não teve filhos. Em sua vida adulta, a Literatura era sua válvula de escape. E é nesse ponto que quero chegar.

Manuel Bandeira não foi um poeta revolucionário, comunista e militante, como foram muitos dos escritores modernistas brasileiros. Pra mim, ele é o que mais destoa dos autores desse período. Os poemas dele demonstram um desejo de fuga, de refúgio, mas de maneira bem diferente dos escritores do Romantismo. E foi assim que surgiu a Pasárgada.

"Vou-me Embora pra Pasárgada" é um poema que demonstra na sua essência o que Manuel vivia. É um desabafo cheio de angústia e dor, como um grito no meio do silêncio. Ei mundo, dói muito querer viver e não poder! Pra quem não sabe, Pasárgada foi um país imaginário criado por ele, onde todos os seus desejo, fetiches e fantasias aconteciam, já que na vida real a doença o impossibilitava.

Me lembro bem de quando o Paulinho leu (recitou, whatever) pra gente na sala. Foi como um choque, um sussurro, um banho de chuva. Aquele poema me arrepiou dos pés ao último fio de cabelo da cabeça. Pela primeira vez, eu consegui sentir a dor do poeta, consegui sentir na carne exatamente o que ele sentia no momento. Imagino que Manuel Bandeira escreveu esse texto num momento de desespero total, como um último sopro de vida. Ele devia tossir muito e, eu não sei se tuberculose causa dor, mas se causa, devia estar doendo pra caramba. Junte isso a dor do isolamento que ele viveu e, tã-dã, Vou-me Embora pra Pasárgada.

A verdade é que eu gostei tanto desse poema pela identificação. Eu sinto que posso lê-lo em qualquer momento da minha vida, estando triste ou feliz: eles sempre vai me dar um frio na espinha. Pasárgada é um lugar fictício, mas eu acredito muito na sua existência. E sei que para cada um de nós, ela é algo diferente.

Eu visito a minha Pasárgada quando escuto as músicas dos Arrais e a trilha sonora de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Eu a vejo quando assisto Tudo que é Sólido Pode Derreter e Across The Universe. Eu a sinto quando dou risada com meus pais e meu irmão. Eu sei que estou lá quando oro e quando abraço meus amigos. E tenho a certeza de sua existência quando escrevo ou quando leio os poemas do Manuel Bandeira.

Ele já morreu, mas espero do fundo da alma que tenha encontrado sua Pasárgada. Onde quer que esteja, receba meu abraço e o meu muito obrigada, porque pela primeira vez eu me senti compreendida por um poeta. Ah, e agradeço tabém por ter despertado meu gosto pela poesia. Drummond, Castro Alves e Leminski mandam um humilde salve.

E é claro que eu sou muito mais bonita que o porquinho-da-índia que você ganhou aos seis anos (entendedores entenderão). Ah, seu Manuel, você é um fofo! Obrigada!

sábado, 20 de dezembro de 2014

O ano em que eu errei


Putz, acho que nunca fiz um texto tão pessoal e cheio de arrependimento que nem esse. Mas vamos lá.

No começo de 2014, eu fiz meu livro dos sonhos. Eu escrevi meus desejos pro ano, meus sonhos, meus alvos. E até estava esperançosa de que eles fossem realmente acontecer. Mas, no fim das contas, menos de um quinto do que eu tinha sonhado aconteceu. E não culpo Deus, o universo ou azinimigas por isso. Eu simplesmente não fiz nada pra que as coisas acontecessem.

Posso definir esse ano como "O ano mais hardcore da história". Nada saiu como planejado. Eu não fui pra faculdade, ainda não trabalho na minha área, não voltei a fazer judô e não comprei meu Xbox (cadê Call of Duty, KD?). Admito: o fim do ensino médio acabou comigo. Jamais pensei que ia ser tão difícil assim dar tchau pro CSL.

O adeus-não-tão-adeus-assim me fez criar expectativas em tudo que aparecia na minha frente. E cara, como eu me arrependo de ter feito isso. Eu, em toda a minha ~experiência emocional~ de vida, tentei tapar os buracos que as pessoas da escola deixaram com, veja só, pessoas. Tive as conversas certas com as pessoa erradas. Eu mendiguei atenção e me doei sem medo pra gente que eu nem conhecia direito, esperando o retorno deles. E (claro) que deu tudo errado.

Por causa disso, me afastei das pessoas que importavam pra mim e que se importavam comigo. Me fechei e dane-se o mundo. Doeu muito mais do que eu queria que doesse e eu chorei mais que o normal. Deixei de confiar em quem era realmente digno da minha confiança.

A partir daí, deixei tudo de lado. Decidi viver por viver, tipo na "Infinita Highway" do Engenheiros do Hawaí. Nada mais era prioridade pra mim e eu fiquei nessa até agora. Ministério, família, amigos, estudos, trabalho. Tudo se tornou apenas cenário de segundo plano da minha vida. Eu deixei oportunidades incríveis e projetos que eu estava pensando em pôr em prática apenas no desejo e não na concretização. Eu fiquei tão cansada de tudo, fisicamente e emocionalmente, naquele nível chega de viver.

Eu até deixei de escrever (!!!). Isso foi horrível pra mim. Eu ficava desabafando com pessoas que eu conhecia há semanas. Pessoas que não tinham nenhum conselho bom pra me dar. Preferia que elas me ouvissem do que pôr no papel o que eu estava sentindo, sendo que isso sempre me ajudou a entender os meus sentimentos. Papel de trouxa, como dizem por aí, foi isso que eu fiz.

E pasmem, eu estava dando mais atenção pra músicas depressivas do Cícero do que pra voz de Deus. Talvez esse tenha sido o meu maior erro. Isso fez 2014 dar tão errado. Isso bagunçou tudo. Eu simplesmente cheguei a falsa conclusão de que Deus não tinha mais espaço aqui. E nisso foi uma montanha russa de altos e baixos espirituais. Meu Deus, o que eu fiz da minha vida?

Tudo que eu posso dizer é que nós colhemos o que plantamos. Que Deus não falha mesmo e que Ele sempre será o melhor consolador, o melhor amigo, aquEle que ouve e entende melhor do que ninguém. E é disso que mais me arrependo, de não ter deixado Ele cuidar de mim, de não ter dado espaço pra Ele, de não ter vivido o que Ele queria. Como eu me arrependo de não ter dado ouvidos as pessoas que Ele sempre usou. Que droga, o ser humano é um bicho muito idiota mesmo.

No fim das contas, eu agradeço muito pelas coisas boas que aconteceram. Eu fui efetivada pra honra e glória dEle. Eu passei na primeira fase da Unesp e estou ~ansiosamente~ aguardando pelo resultado da segunda fase. Financeiramente falando, não me faltou nada. Eu assisti muitos filmes bons (posso ser grata por isso, por favor?). Eu cresci muito como ser humano. Aprendi muito através dos meu erros. Acho que esse é objetivo de errar, né?

E, claro, um agradecimento especial a todas as pessoas (certas!) que estiveram do meu lado esse ano. Aos meus líderes maravilhosos por darem suas vidas todos os dias por mim. Eu sou muito ingrata, desobediente e dou desculpas esfarrapadas, mas ainda sim vocês acreditam em mim, obrigada por me ensinarem tanto. As minhas vingadoras, Carlla, Cecile, Vitória e Bianca e ao Gonzaga também, por só me provarem que as amizades que nascem na escola sempre serão aquelas com quem a gente mais pode confiar. Ao Iago, por ser o meu melhor amigo. Ao Bruno, a Jú, a Roberta, a Nathi, ao Zé e a Carolzitcha, por terem feito o Henfil valer a pena, obrigada por me suportarem. A Mika, ao Yuri, Pedro e Paulo, por me mostrarem que o amor e a amizade nascem de onde a gente menos espera. Amo cada um de vocês, juro!

No episódio da série "Tudo que é Sólido pode Derreter" em que falam do livro da Clarice Lispector, a Teresa me ensinou uma coisa muito importante. Quando o coração de uma menina está bagunçado, o quarto dela fica igualmente uma zona. Bem, vou tirar folga na semana do natal e adivinhem qual é o meu plano pra segunda-feira? Já deixei a vassoura e os panos arrumados pra faxina.

Não acredito que um ano seja diferente só pelo fato de ser ~um novo ano~, mas sim porque nós decidimos ser diferentes nesse novo ano. Eu já fiz minha escolha e não vou esperar 2015 chegar pra começar. 

"Assim diz o Senhor: Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! Pois é como o junípero no deserto, e não verá vir bem algum; antes morará nos lugares secos do deserto, em terra salgada e inabitada. Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer? Eu, o Senhor, esquadrinho a mente, eu provo o coração; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações." 
Jeremias 17:5-10

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Seres extraordinários

Professores asiáticos sendo ~professores asiáticos~
15 de outubro. Talvez essa data não tenha muito significado pra você. Talvez seja apenas o dia de entregar o trabalho na faculdade ou de comprar comida pro gato. Sei lá. Bem, pra mim, essa é uma data muito importante.

Me lembro de quando eu era criança. Todos os anos, no dia seguinte (já que dia 15 é feriado) minha mãe me dava vários presentinhos e me mandava entregar pra todos os meus professores. Eu não entendia porque eu tinha que fazer aquilo. Hoje eu entendo.

É muito difícil dizer palavras bonitas pra uma pessoa que sabe palavras bem mais bonitas que você. É muito difícil dizer um simples "obrigada" perto de tudo que um professor fez e faz por nós. É complicado. Mas vou tentar, com esse reles texto, demonstrar um pouquinho do que eu sinto por essas pessoas.

Terminei a escola ano passado. E caras, não sabia que ia ser uma parada tão tensa. Eu nunca fui tão fofa com tantas pessoas em tão pouco tempo. Eu chorei desesperadamente na sala de aula na frente de pessoas que talvez me considerassem forte pra minha idade. Pensei que no fim de tudo, eu ia morrer de tanta saudade dos meus colegas. Errei. A saudade também ia ser dos meus mestres.

Eu quero agradecer a esses seres humanos maravilhosos que me ensinaram tanto. Obrigada por terem me mostrado o poder e o valor que uma informação tem. Obrigada por serem tão corajosos. Obrigada por levantarem às 5h30 da manhã pra tentar mudar a realidade de pessoas que às vezes nem estão ligando pro que vocês fazem. Obrigada por terem me mostrado o mundo do jeito que ele realmente é. O que vocês me ensinaram é muito maior do que uma nota no boletim ou passar no vestibular.

Agradeço imensamente aos professores de Exatas por terem me mostrado que tudo no Universo tem lógica, tem um sentido; aos professores de Biológicas por (mesmo eu sempre detestando Bio com todas as minhas forças) terem me mostrado a beleza do mundo, que tudo que foi feito tem um objetivo que vai muito além de satisfazer o ser humano, por me mostrarem a perfeição da natureza e como eu posso ajudar a cuidar dela; aos professores de Humanas por me mostrarem que a realidade vai muito além do que eu vejo na minha rua, vai além do meu ego, vai além de mim mesma. E um agradecimento especial aos professores de linguagens por terem me mostrado o poder das palavras.

Infelizmente, eu não tenho todo o poder do mundo. Eu não posso fazer com que as crianças e os jovens entendam o quanto vocês são importantes. Eu não posso aumentar o seu salário. Eu não posso pôr uma coroa na cabeça de vocês. Mas saibam que, com as armas que vocês me deram, dentro e fora da sala de aula, eu posso fazer algo pelo mundo sim. E se esse algo puder dar orgulho a vocês, eu já fico feliz.

Meus pais sempre me ensinaram que podem tirar tudo de mim: dinheiro, casa, amigos, tudo. Menos o conhecimento. Então, fica aqui a minha gratidão por terem me dado um bem tão precioso como esse. Vocês não são apenas fantásticos.

São extraordinários.

"I know that I am leaving my best friend
A friend who taught me right from wrong
and weak from strong
That's a lot to learn

What, what can I give you in return
If you wanted the moon I would try to make a start
but I would rather you let me give my heart
To Sir with love"

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Obrigada SP!

Essa imagem define tudo que eu sinto nesse momento


"Santa Casa acusa governo Alckmin de não repassar verbas federais" - Folha de São Paulo

"Governo de SP gastou mais com publicidade do que com educação e segurança" - Último Segundo

"USP: Alckmin inicia plano para privatizar o Hospital Universitário" - Hora do Povo

"Alckmin deixou de cumprir 44% das promessas de 2010" - Folha de São Paulo

"A segurança pública de Geraldo Alckmin" - USJ

"Volume de água do Sistema Cantareira chega a 5,8% após nova queda" - R7 Notícias

É isso aí amigos. Mais 4 anos de PSDB aqui em São Paulo.

Ontem, quando cheguei em casa, vi uma enxurrada de posts no Facebook de pessoas se perguntando como pode o estado de São Paulo, passando por todos esses problemas citados acima, reeleger o governador. Pela primeira vez em anos, vi um montão de pessoas indignadas com outra coisa que não fosse a Dilma, o PT ou os árbitros nos jogos do Corinthians.

Tá, mas a pergunta que não quer calar: por que São Paulo reelegeu Geraldinho?

É mais óbvio que 2 + 2, minha gente. Mas ainda sim, custa acreditar.

São Paulo é o estado mais rico do Brasil. E, consequentemente, tem a maior e  mais bem consolidada classe média do país. Junte isso a todos os pobres que têm esquerdofobia e odeiam os PeTralhas e aí tã-dã... PSDB mais uma vez. Entendeu?

No início do período eleitoral, decidi procurar na internet se existia algum motivo sensato pra votar no Alckmin. Joguei no Google e, adivinhem: só foram encontrados resultados do tipo "n motivos para NÃO votar em Geraldo Alckmin". Insistente do jeito que sou, fui perguntar aos migos do Facebook. Também não obtive respostas (na verdade, só vieram pessoas pra falar mal dele rs). Pessoalmente, um amigo veio me explicar porque ele ia votar no Geraldinho e eu decidi escutar sem retrucar. Vou resumir os argumentos dele: "É melhor que o PT". E ainda teve coragem de dizer "Eu gosto muito do Suplicy, mas só votaria nele se não fosse do PT". O mais triste disso tudo é saber que a grande maioria das pessoas que votou nele usou isso como justificativa.

Fiquei durante um bom tempo tentando fazer uma analogia com essa história de mimimi voto no PSDB porque é melhor que o PT mimimi. Bem, eu não consegui, mas o @rodriliva lá no Twitter fez isso por mim:

E eu achando que Geraldinho ia ser minha maior preocupação...
E só lembrando: eleições não vivem apenas de PT e PSDB não, viu?
 
Na real, eu não vou ficar aqui criticando o Alckmin. Eu já fiz isso demais durante todo esse tempo. Eu só queria deixar algumas considerações finais aqui.

Se você que está lendo essa birosca votou nesse cara, respeito seu voto, respeito sua opinião. É democracia, né? Mas eu só quero que você saiba que a precariedade do metrô e dos trens por mais 4 anos é culpa sua. A desvalorização e salário baixo dos professores é culpa sua. A falta de verba na Santa Casa é culpa sua. O fato de eu e meus amigos ~favelados~ que estamos nos matando de tanto estudar talvez não entrarmos na USP ano que vem nem nunca é culpa sua. A crise no sistema Cantareira é culpa sua. A falta de escolas estaduais decentes é culpa sua. A privatização do Hospital Universitário é culpa sua. A possibilidade do meu pai, que é preto, pobre, trabalhador e mora na periferia, levar um tiro da PM é culpa sua.

Por isso, deixo aqui os meus mais sinceros votos de agradecimento à elite paulistana e aos esquerdofóbicos por fazerem da vida de todos os trabalhadores do estado de São Paulo um inferno por mais 4 anos. Muito obrigada!

PS.: A primeira imagem foi retirada da página maneiríssima Não Vai Ter Alckmin lá do Facebook :)

sábado, 4 de outubro de 2014

Não achei um título pra definir o que eu sinto


Por que as pessoas se afastam?
Por que as pessoas não entendem?
Por que as pessoas brincam com coisas tão sérias?
Por que ninguém fica feliz com nada?

Por que as pessoas machucam?
Agem como se nada fosse importante
O mundo não me deixa chorar
Porque é coisa de gente fraca

Por que as perguntas não fazem sentido?
É porque ninguém sabe responder
Ninguém tem coragem de responder
Ninguém quer se machucar com as respostas
É mais fácil esconder

O mundo é mesmo um moinho
E de repente, todos aqueles sambas fazem sentido.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Só mais uma história boba de amor


Ela era só mais uma garota boba apaixonada. Gostava de um carinha aí.

Gostava mesmo. Pra valer. Ela sonhava com ele. Imaginava assistir o seu filme favorito com ele uma porção de vezes. Eles tomariam café juntos. Ele tiraria uma foto dela e ia guardar na carteira. Ela ia chamá-lo de antiquado, mas ele não ia ligar. Ele a amava.

Onde seria o pedido de namoro? No Morumbi? No Belas Artes? Na livraria? Talvez o pedido nem existisse. Eles ficariam juntos e pronto. Ninguém sabe quando começou, muito menos se termina. Não, não termina. Ela acredita no tal do "felizes para sempre".

Mas nada disso é real. Ele é só um amigo distante. Eles conversam pela Internet sobre o vestibular e sobre falta de assunto. Ela adora as piadas dele. Ele ama o modo como ela consegue ser engraçada sem nem tentar. Seria lindo. Se fosse algo de verdade, realmente seria.

Um dia, aparece uma atualização na página dela: Fulaninho está em um relacionamento sério com beltraninha. Aquilo já é demais. Nas suas fantasias, um dia ele ia buscá-la na sua futura faculdade. Num futuro próximo, eles iriam fazer aquele mochilão pela Europa. Ele ia rir todas vezes em ela se empolgasse demais quando começasse a falar dos monumentos históricos. Ela ia rir todas às vezes em que ele falasse do Fabuloso Destino de Amélie Poulain quando passassem por Paris. Mas ele estava estava num relacionamento sério. E não era com ela.

Ela sofreu. Pra valer. Cada sonho derreteu junto com seu cérebro. Ela perdeu a cabeça. Até o café de sua mãe não era mais tão gostoso quanto antes. O brilho que existia em seu olhar quando ela falava sobre os seus filmes prediletos sumiu. Ela já não se via mais na personagem principal. Ela deixou de sonhar.

Até que um dia, cansada de tanto chorar, ela abriu o Word e começou a escrever. Era um roteiro de um filme. Já que ela ia fazer Cinema na faculdade, porque não começar logo? Escreveu por horas sem fim. Não parou até chegar no The End. E guardou aquilo consigo.

Os anos se passaram, eles deixaram de se falar e acabaram perdendo contato. Nenhum dos dois tinha notícia um do outro. Ela terminou a faculdade de Cinema. No fim do curso, conseguiu grana pra gravar aquele filme. Aquele roteiro, no qual ela investiu cada gota de sangue que escorreu do seu coração. Deu certo. O longa fez sucesso nos cinemas independentes. Até passou no Belas Artes, com o qual ela tanto sonhou.

O filme participou de um festival de cinema. Ela era concorrente pela primeira vez. Se orgulhou disso. Pela primeira vez, ela se sentiu forte o bastante para viver algo sozinha. Até que no momento das entrevistas, todo o seu passado veio à tona: ele estava lá, com alguns fotógrafos e um gravador na mão. E estava do mesmo jeito de antes, apenas com mais cara de homem, com barba inclusive, do jeito que ela sempre sonhou.

Ele queria fazer jornalismo E fez. E a entrevistou. Os dois se reconheceram. Ele desejou boa sorte. Ela sorriu e os olhos dele brilharam. Após assistirem os longas, ele a chamou para tomarem alguma coisa por ali. Ela pensou.

O sentimento ainda existia. O coração dela ainda pulava. Ela não o havia esquecido. Mas não se sentia mal por isso. Porque todas essas coisas podiam ser as mesmas, porém ela estava diferente. Agora ela era mulher. Era forte. Não precisava se rastejar pra ninguém. Ela chamava atenção sendo ela mesma. Ela era feliz sem precisar ouvir a risada dele.

"Não, obrigada! Meu filme favorito vai passar na TV. E eu não posso perder por nada nesse mundo."

Ela era só mais uma garota apaixonada.

Boba?
 
Sem chance.

domingo, 24 de agosto de 2014

A Megaexposição do Castelo Rá-Tim-bum!

 
E aê zenti bonita! Como estão? Era pra esse post ter saído há séculos, mas eu estava com uma preguiça do cão de editar todas as fotos. Mas, enfim, chegou.

Aproveitei as férias sdds pra ir na tão aguardada e divulgada Megaexposição do Castelo Rá-Tim-Bum. Fui com minha prima e uma amiga e tirei zilhares de fotos. Queria muito ter gravado, mas não podia. E me perdoem pelas fotos escuras, também não podia usar flash. Agora chega de blábláblá e vamos às fotos:

Pode levar essa maquete pra casa, moço?






O gato mais fofo e inteligente ever sz




"Lá vem o Tíbio e o Perônio..."




Queria que todos os pianos do mundo fossem assim :')








ETvaldo, um turista espacial... sdds
Porque sim não é resposta! Ai mano, adorava essa parte sz

Curiosidade: no programa, nem todas as gavetas abriam de verdade.





Lava uma mão, lava outra, lava uma...

A foto está borrada porque a planta estava se mexendo verdade (!!!)


EU AMAVA ESSE RATINHO MEU DEUS !!!11ONZE!

Os dedos mais estilosos do mundo da música e da matemática
O "roteiro" das histórias com o rato sz


Enquanto isso, no lustre do castelo...
Tinha até a árvore genealógica do Nino


Eu, Giu e a nossa parça Celeste
Um sonho realizado: entrar no quarto do Nino *0*










O figurino mais bem-feito do universo: tia Morgana


Adelaide sz
O esboço das "passarinhas" do trio
OLÁ, SOU FELIZ
"Passarinho, que som é esse?"
Zenti, entrei no lustre!!!


Dr Abobrinha!
Porteiro, mim beja

O porteiro mais gente boa do Universo sz
Mágico, né? Garanto que é tudo mais lindo ainda ao vivo e em cores. Parabéns ao museu e a toda a equipe do Castelo Rá-Tim-Bum, foi uma das exposições mais fantásticas que eu já vi, com muito detalhes, vocês pensaram em tudo! Tudo muito lindo, merecem palmas! Deu pra matar um pouquinho a saudade da infância.

Castelo Rá-Tim-Bum foi um dos programas mais educativos e que me ensinou muita coisa. Se você é um pouco mais novo e não chegou a assistir, faça um favor a si mesmo e liga na TV Cultura de segunda a sexta, às 11h30 ou às 19h30 e seja feliz com toda a tchurminha do castelo.

Ficou com vontade de visitar a exposição?

MIS - Museu da Imagem e do Som
Av. Europa, 158 - Jardim Europa
Terças a sextas das 11h às 21h
Sábados das 09h às 23h
Domingos e feriados das 09h às 20h
Valor: R$ 10,00 (R$ 5,00 a meia com comprovante, grátis para menores de 5 anos)
Dica: Terça-feira é de graça!
Até 12 de outubro.

Pra quem for, chegue MUITO cedo e preparado pra pegar fila. Quando nós fomos, chegamos lá às 8:40 e por pouco não ficamos sem ingresso. A fila estava gigantesca, pior do que em shows. Só conseguimos pegar as entradas lá pelas 11h e nossa sessão ficou marcada para às 15h. É, demora pra caramba, por isso se prepare mesmo. Mas garanto que vale a pena, a visita dura pouco mais de uma hora e dá pra ver tudo sem pressa.

Curtiram? Quem mais era fã do programa? Quem já foi à exposição, curtiu? Comentem!

Por hoje é só. Beijoo ;*