terça-feira, 22 de julho de 2014

Uma oração pela Palestina


Oi. Tudo bem? Tô bem também. Ou acho que estou. Sei lá.

Meu nome é Maria Tereza, mas eu não gosto que me chamem pelos dois nomes. Ou Maria ou Tereza. Tenho 18 anos e faço aniversário na véspera do Réveillon. Estou fazendo cursinho à noite e trabalho pela manhã numa empresa de engenharia ambiental, sou aprendiz. Queria muito mesmo ser efetivada. Moro num pequeno bairro-periferia da Zona Oeste de São Paulo. Sou paulista e são paulina. Sonho desde a 2ª série em me tornar escritora e desde a 6ª série em me tornar jornalista. Um dia quero morar no centro da cidade, porque tudo vai ficar mais perto.

Provavelmente você pode se descrever mais ou menos assim. Você pode falar das coisas que gosta, dos seus sonhos. Pode contar alguma piada idiota, mas que possivelmente fará seus amigos darem risada. Mas, posso te contar um coisa? As crianças na Palestina não conseguem fazer isso. Aliás, não apenas as crianças, mas os adolescentes, os adultos e os idosos também não.

A minha revolta contra esse guerra ridícula não é de agora. Eu entendi o que realmente acontecia em Israel numa aula de atualidades lá no 1º ano, com o melhor professor que eu já tive na vida. Ali eu entendi que o que os israelenses estão fazendo com os palestinos é exatamente a mesma coisa que o nosso muy amigo Hitler fez com os judeus na II Guerra Mundial. Ali eu também aprendi que é muito fácil falar que a culpa é dos homens-bomba. Afinal, sempre foi mais fácil jogar a culpa toda em cima do lado mais fraco. Nossos também muy amigos estadunidenses nos ensinaram isso muitas e muitas vezes.

Não me interessa esse negócio de orgulho. Não me interessa o que aconteceu no passado. Não me interessa se lado A prendeu soldado do lado B. Não me interessa se é pela Jihad. Não me interessa essa praga de dinheiro. Não me interessa essa desculpa ridícula de PROGRESSO.

Sabe o que me interessa, de verdade?

Há civis em Israel.

Há civis na Palestina.

Há civis morrendo por causa de uma guerra ridícula por território.

Hoje, lendo notícias sobre essa treta maléfica que tá rolando em Gaza (e que não é de agora), eu só não chorei porque minha tia pediu. Eu não sou de chorar por qualquer coisa. Sou muito racional. Talvez seja por isso que eu nunca namorei. E você aí que tá lendo, já namorou? Já se apaixonou? Aposto que sim. Talvez pense em se casar, em ter uma casa, um carrinho. Ou talvez queira viajar pelo mundo, fazer um mochilão pelo Brasil, ou quem sabe pela América Latina.

Você e eu temos planos. São planos diferentes. Mas temos. Sabe aquela galera que mora na Palestina? Eles não têm. Na verdade, a única prece deles seja lá pra qual Deus for é que eles sobrevivam pelo menos até os 25 anos. Eu li isso, não é o que eu acho ou penso que eles sentem. É a verdade.

Sabe como deve ser terrível morar numa favela e nem sequer poder sonhar em estudar, em viajar, em deixar um legado? Sabe o que é ser médico e trabalhar num hospital onde não se trata gripes, tuberculoses, conjutivites e sim feridos, pessoas sem partes do corpo? Não sabe, né? Bem, os palestinos sabem.

Eu sei que esse texto não vai acabar com essa guerra. Sei que ele nem chegará perto dos governantes. Mas caso você, pessoa comum como eu, não esteja ligando pra esse conflito, queria pedir que você colocasse sua mão na consciência. Nesse momento há centenas de crianças sendo dizimadas simplesmente porque os palestinos não podem ter seu pedaço de terra de verdade, apenas pelo fato de serem ~palestinos~. Agorinha, tem gente comum, como eu e vocês, morrendo por causa de soldados e homens-bomba.

Eu só queria poder dar a chance a uma criança palestina de sonhar. De sonhar em se tornar jornalista, constituir uma família e ter um cachorro. Queria dar a chance a ela de poder ir a um estádio de futebol e torcer por algum time. Queria dar a ela a chance de ir ao show de sua banda favorita. Queria dar a ela a certeza de que no dia seguinte o seu amiguinho vai sentar do seu lado na escola e que talvez ele torne-se o amor da vida dela.

Infelizmente, esse poder não está nas minhas mãos.

É. Acho que não tá tudo bem, não.

sábado, 19 de julho de 2014

A exposição das luzes coloridas!

Boa noite lindezos! Todos bem? ADIVINHEM QUEM ESTÁ DE FÉRIAS NESSA BAGAÇA?? Exato, eu. Felicidade exalando~


Essa semana, fui ao Instituto Tomie Ohtake com minha prima Lídia ver a tão fotografada exposição Obsessão Infinita. Foi uma experiência nova: pegamos fila (!!!) e ficamos sem entender as obras da artista japonesa Yayoi Kusama. Mas no fim deu tudo certo, fomos até a parte das luzes coloridas e foi tudo muito lindo.

É claro que eu não poderia deixar vocês de fora dessa. Por isso gravei um vídeo, com direito a Coldplay de trilha sonora e tirei algumas fotos para deixá-los com gostinho de quero mais. Confiram:


Juro que tentei ser engraçada. E que não sabia o que eram falos :'(

Agora, vamos as fotos:





 






 


 





 A exposição vai até o dia 27 de julho, então corre que ainda dá tempo!

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201
Entrada pela Rua Coropés
Pinheiros
Terça à domingo, das 11h às 20h

Artistas não costumam expressar seus próprios complexos psicológicos diretamente, mas eu adoto meus complexos e medos como temas.

Yayoi Kusama
Quem curtiu a exposição? E quem ainda vai? Gostaram do vídeo? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nostalgiando #2

Olá zenti bonita! Todos bem? Hoje teremos o 2º post da nossa série Nostalgiando. A primeira postagem fez sucesso lá no face, muita gente se identificou e tudo mais, fiquei super feliz com o resultado.


Mas agora chega de blábláblá e vamos nostalgiar um poquito? Preparem-se para relembrar os programas de TV da nossa infância!


Telletubies, telletubies... Diiiizeeeeem oi! OIIII!!!!111!!onze!! Ai meu Deus, Telletubies! Gente, eu amava esse desenho, eu não perdia mesmo! Eu ficava brincando com minha prima, ela era a Lalá e eu era Pô. Até hoje eu sinto curiosidade de tomar aquele iogurte/suco/milk-shake/sei lá o que era aquilo que eles tomavam naquela tigela de canudinho super daorinha. Lembro que fizeram uma versão bugada que eu nunca entendi direito no Discovery Kids, um lesho, o original sempre será o melhor.


Vocês estão prontas crianças? A esponja mais espetacular do Universo fazia sucesso aqui em casa. Não dava pra passar nenhum dia da minha vida sem assistir Bob Esponja. E você pode até não lembrar a fórmula horária da aceleração, mas a música de abertura do Bob você lembra né? Vou roubar sua vaga na USP, beijos ;*


Calma, eu não sou otaku e nem curto animes atualmente. Mas eu assistia TV Globinho (sdds), Band e Cartoon. onde conheci aqueles animes legaizinhos e que fizeram parte da minha infância. Assisti muito Yu-Gi-Oh, Digimon, Beyblade, Hamtaro, Mirmo Zibang, Cavaleiros do Zodíaco, Sakura Card Captors... Eu tinha os cards do Yu-Gi-Oh, tive algumas beylades e os bonequinhos do CDZ. Hoje eu não gosto taaaanto assim, já que os animes "atuais" são complexos demais para o meu entendimento. E não, eu nunca gostei de Pokemon nem de Naruto, o choro é livre.


Eles são os seus paaaadrinhos, Padrinhos Mágicos (reparem que eu lembro das aberturas). Esse definitivamente foi um vício. Eu lembro de chegar super tarde da escola e já colocar na Jetix (que hoje é o Disney XD, uma grande Bosta, com B maiúsculo mesmo) e passar a tarde assistindo as aventuras do Timmy ao invés de lavar a louça (é claro que quando minha mãe chegava, me xingava até a hora da novela). Gente, eu ria tanto, mas tanto, a ponto de chorar. Hoje o desenho tá bem chato por causa do Puffy, os episódios antigos são bem mais legais.


Quem ama refrigerante de laranja? Kel ama refrigerante de laranja! É verdade? UHUM, EU AMO, EU AMO, EU AMOOO! Ah, Kenan e Kel! Foi a 1ª série da Nick que eu passei a amar. Tinha coisa mais divertida que ver as trapalhadas nas quais esses dois se metiam? Era puro amor. A Nick fez muitas série boas que me acompanharam, como Drake e Josh, Sabrina, Zoey 101, Manual de Sobrevivência Escolar do Ned, entre outras. A última legal foi ICarly, mas depois... eu nem consigo assistir mais, as piadas são tão ruins, os personagens são extremamente forçados... Triste, muito triste.


Po, Po, Power Rangers! Que atire a 1ª pedra quem nunca brincou de Power Rangers na escola e brigou com os amigos porque todo mundo queria ser o vermelho! Power Rangers foi uma das séries que mais teve temporadas/universos. Eu não me lembro qual foi a última que eu acompanhei, só sei que eu sou a amarela, não discutam. Quem lembra daquele episódio épico em que todos os rangers vermelhos se encontraram? E aquele em que eles se encontram com as Tartarugas Ninjas? Épico, sem mais. Morfar!


Art Attack foi um dos programas que mais desenvolveu minha capacidade artística. Eu e meu irmão éramos viciados e sempre ficávamos impressionados com a habilidade do Daniel (se é que era ele que fazia aquilo tudo). Lembro que nós tentamos fazer alguma coisa que ele ensinou e que usava aquela cola especial com água e papel higiênico. Minha mãe brigou tanto com a gente! Bons tempos...


Eu, você e o Zoboomafoo! Eu assisti muita coisa do Discovery Kids, mas sem dúvida esse era o meu desenho favorito. Tinha vezes que eu acordava de madrugada pra assistir(!). Os irmão Chris e Martin (que eram muito bonitos, por sinal), me ensinaram muitas coisas sobre a natureza. E eu duvido que nós saberíamos o que é um lêmure se não fosse por esse programa. A Discovery era um dos meus canais favoritos, minha mãe já brigou muito comigo, falando que era viciada. Também curtia muito Bob, o Construtor, Thomas e seus amigos, Fofópolis (awn *-*), Charlie e Lola, entre outros.


Bum, bum, bum, Castelo Rá-Tim-Bum. Tá aí um programa que me ensinou muita coisa. Gente, como íamos saber como se faz vidro? Como íamos ser incentivados a lavar as mãos? Como? Nino, Pedro, Zequinha e Biba faziam nossas tardes mais felizes com toda a galerinha do castelo. E porque sim não é resposta, viu?


Cyberchase, unidos, o Hacker vamos derrotar! Amigos, vocês com certeza conhecem algum desenho que ensine coisas sobre a natureza, artes e até que ensine inglês. Mas um que ensina matemática... Gente, esse desenho é fantástico! Jackie, Matheus e Inês, junto com o Dígito resolvem problemas matemáticos para salvar a Placa-Mãe. Esse deve ser o desenho mais nerd do Universo, mas confesso que aprendi muito da matemática com ele


Teca na TV. Esse é um dos programas mais antigos do Canal Futura e ganhou várias temporadas feitas por atores diferentes. Era muito legal assistir algo brasileiro e que me ensinou tanto sobre a amizade, coisas artísticas e até sobre o Brasil.


O Mundo da Leitura está no ar! Eu, que sempre amei ler, encontrei um programa perfeito pra mim. Além dos atores serem gaúchos (o sotaque mais maravilindo do Universo), conheci muitos livros, charadas e artesanatos. Eu já até mandei uma cartinha, mas eles nunca leram, #bolada.


Pra finalizar, o canal que acompanhou minha adolescência e a de muita gente por aí: MTV. Não há como passar pela fase revolts da vida sem um canal que te entende, essa era a MTV. Programas que falavam sobre músicas legais, clipes e programas de humor. Assistia de tudo, minha gente: Quinta Categoria, Descarga, 15 minutos, Hermes e Renato, Top Top, Scrap, Furo, Fudêncio, Acústicos, Furfles, Happy Tree Friends e o evento mais esperado do ano, VMB. Quem nunca sonhou em ser VJ por um dia? Infelizmente, a programação da MTV ficou terrível após a saída do Marcos Míon e até saiu da TV aberta :(

Obviamente, assisti e curti muuuuitos mais desenhos e programas, nem vou me atrever a listar. Eu sempre fui muito tímida, não tinha amigos e por isso a TV era praticamente minha melhor amiga. Eu aprendi muita coisa, desde coisas didáticas até sobre como conviver em sociedade. Infelizmente, os desenhos e programas de hoje não ensinam nada e nem são engraçados. Na verdade, eles nem têm um objetivo. Vocês já assistiram Fanboy e Chum Chum? Bem, não assistam. É por isso que as crianças de hoje em dia são meio bugadas.

Quem gostou? Logo menos teremos mais posts da série Nostalgiando. Se identificaram? Sentiram saudades da infância? Comentem :-)

Por hoje é só. Beijoo ;*

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A trilha sonora da minha vida


Louca do jeito que sou, tenho um ritual que pratico toda vez que ando sozinha por aí. Fones de ouvido no ouvido, música na alma e vamos andar. Vento no rosto, brabuletas na barriga e um riso frouxo com batom vermelho, como diria Mallu Magalhães.

E assim vou caminhando, com uma trilha sonora. Essa é uma das coisas que eu mais reparo nos filmes que eu assisto. E a cada nova obra que vejo, descubro artistas novos e músicas maravilhosas. E essas vão sendo inclusas na grande trilha sonora da minha vida.

A minha trilha sonora não é uma simples playlist. Não são só os meus vídeos favoritos do Youtube. Não são apenas as músicas daorinhas que eu acabo conhecendo por acidente. É mais que isso. Muito mais.

A trilha sonora da minha vida tem que ser indie, tem que ser MPB, tem que ser rock, tem que ser samba de raíz, tem que ser louvor. As letras têm que falar dos meus amigos, da minha família, da minha cachorra, do amor platônico, de Deus. As melodias têm que tocar um sorriso, uma chuva, o vento, o frio na barriga, o cabelo molhado.

A minha trilha sonora tem Marcelo Jeneci, falando sobre deixar a chuva passar que "a tempestade resolve com Deus". Tem Beatles, falando que "All you need is love, love, love is all you need". Tem Cartola, dizendo que "o mundo é um moinho, vai destruir teus sonhos, tão mesquinho". Tem banda Santi, louvando "com tudo que sou, eu te dou todo o louvor". Tem Engenheiros do Hawaí, cantando que "nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes, a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes". Tem Cazuza, trazendo "mil rosas roubadas, pra desculpar minhas mentiras, minhas mancadas". Tem Daniela Araújo, dizendo que Ele é "o dono dos meus dias, todo tempo, és o centro da minha vida, que seja Teu o meu pensamento".

A trilha sonora da minha vida fala dos meus sonhos, das minhas vontades, do meus desejo de mudar o mundo, de deixá-lo mais colorido por onde eu passar. Fala das flores, fala da aula de história, do sorriso dos meus amigos, das minhas lágrimas de dor. Fala do meu arrependimento, fala da minha saudade.

Essa trilha me acompanha sempre e sempre. Com ou sem fone de ouvido. Porque o vento toca essa trilha. As batidas do meu coração tocam essa trilha. A risada dos meus pais toca essa trilha.

E eu vou por aí, caminhando pela vida, com meu riso frouxo e meu batom vermelho.

E minha trilha sonora, guardadinha no peito.

sábado, 5 de julho de 2014

"Coisas belas não precisam pedir atenção."

Boa noite madrugada gente bonita! Todos bem? Estou fazendo contagem regressiva pras férias do trabalho, pra ver os migos e matar saudade sz

Nessa sexta-feira de Copa do Mundo, aproveitei o horário do jogo pra curtir a companhia do meu irmão e assistir um filme com ele: A Vida Secreta de Walter Mitty.


O filme conta a história de Walter Mitty (Ben Stiller), um cara que trabalha com negativos numa revista. Infelizmente, a revista agora terá apenas uma versão online e muitos funcionários serão demitidos. Para "comemorar" a última edição impressa, Sean O'Connell (Sean Penn), um grande fotógrafo, envia alguns negativos para Walter, sendo que o de nº 25 deveria ser a foto de capa. Porém, o negativo não está lá. O novo chefe de Walter, Ted Hendricks (Adam Scott), lhe dá um prazo de 20 dias para entregar o negativo.

Walter, que era um cara cheio de sonhos, vontades e desejos de viver grandes aventuras, mas acaba sendo apenas mais um cara normal na cidade grande, tem que partir para uma grande aventura em busca do negativo 25, indo pra diferentes lugares do mundo. Ele conta com a ajuda de Cheryl Melhoff (Kristen Wiig), a funcionária nova por quem está apaixonado, para ajudá-lo nessa empreitada.


O filme é um tanto quanto surpreendente por estarmos acostumados a ver Ben Stiller em comédias gostosas de assistir, no melhor estilo Sessão da Tarde. Aqui, o ator vive uma comédia dramática com algumas mensagens importantes sobre a vida e sobre como aproveitá-la. Walter tem alguns devaneios no início, onde ele fica pensando o que realmente queria que acontecesse nas situações da sua vida, como salvar um cachorro de um prédio que iria explodir, o que torna tudo meio surreal. Conforme as aventuras reais vão acontecendo, essas fantasias param de acontecer.


Houve alguns momentos em que eu pensei "Esse é o filme mais WTF que eu já assisti!". Mas no fim das contas, ele é bom sim. Apesar da mensagem não ser nada que a gente não soubesse, nos apegamos ao personagem principal e vivemos com eles os momentos de acreditar nos sonhos, correr atrás deles, viver decepções e tudo mais, aquela coisa de torcer. Além do que ficamos super curiosos pra saber onde está e o que é o negativo 25. A foto de capa ficou maravilhosa, o fim é lindo.

Eu gostei muito do filme. É legal ver atores que normalmente trabalham com algum tipo específico de filme atuando em outros gêneros. Gostei da atuação do Ben Stiller, ele se saiu bem. Apesar da longa duração, em nenhum momento o filme fica chato ou cansativo.

Se interessou? Aqui, o trailer oficial legendado:


Entretanto, como eu sou do tipo de pessoas que não repara apenas na história... Juno perdeu o posto de melhor trilha sonora. GENTE, O QUE É A TRILHA SONORA DESSE FILME??? Eu tô completamente apaixonada, é indie, é linda sz E foco na letra de The Pina Colada Song, do Jack Johnson: Walter queria viver um romance como esse, awn *-*

 

Um filme fofo que mostra a beleza de alguns lugares da Terra, com uma bela fotografia e uma trilha sonora fantástica. Prêmio joinha pro Ben Stiller ator/ diretor e pro James Thurber, o escritor que fez o conto de mesmo nome no qual o filme foi baseado.

Quem já assistiu, curtiu? E quem não viu, vai ver? E a trilha sonora, o que acharam? Comentem!

Por hoje é só. Beijoo ;*