Sobre


Olar migos!

Meu nome é Maria Tereza, muito prazer. Mas me chama de Mary Jane mesmo, tá mais fácil. Tenho 20 anos (parece que tenho só ametade, mas juro que é 20!) e criei o blog há 5 anos atrás, quando as pessoas ainda nem manjavam direito o que é ser um blogueiro.

Criei esse espaço na Internet numa época em que a maioria dos meus amigos estava mais preocupado com o Orkut e em comprar o próximo Iqualquercoisa. Aqui é onde eu posso soltar a minha imaginação e deixar meus dedos dançarem sobre o teclado do computador. Gosto de falar sobre vários assuntos: livros, filmes, música, futebol, política e o que mais aparecer por aí. Também é onde eu posto minhas crônicas, contos e textos que não sei classificar em categorias.


Por que ele se chama O Estranho é Ser Normal? Porque eu nunca fui igualzinha a todo mundo. No início da adolescência eu sofri muito por causa disso, a ponto de quase entrar em depressão. Trágico, trágico. Mas fica calmo que isso teve um final feliz. Conheci a Deus e Ele me mostrou que eu não preciso ser como o sistema manda pra ser legal e/ou bonita. Ele me ama do jeito que eu sou e eu decidi me amar dessa maneira também. E foi com o meu sorriso defeituoso e meu óculos grandão que eu decidi mostrar isso pra galerinha da Internet também, através desse blog. E aí tã-dã, surgiu o O Estranho é Ser Normal! "Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias [...]" (I Coríntios 1:27)

Atualmente, estou estudando Jornalismo (finalmente!) na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Moro com meus pais, meu irmão mais novo, minhas gatas, meus DVDs, CDs, livros e minhas ideias.

Acho que é isso. Fica à vontade e tô aqui pra o que precisar. Não repara na bagunça e fica PORQUE VAI TER BOLO SIM!

Atenciosamente,

Mary Jane, a namorada OFICIAL do Homem-Aranha. :)

"Capitu era também mais curiosa. As curiosidades de Capitu dão para um Capítulo. Eram de várias espécies, explicáveis e inexplicáveis, assim úteis como inúteis, umas graves, outras frívolas, gostava de saber tudo."
                                                                        Dom Casmurro - Machado de Assis